domingo, 24 de outubro de 2004
Se houvesse um mínimo de sentido revolucionário, se todos fossemos capazes de enfrentar um caso pela sua nobreza e sem querer obter tributos da ribalta, por certo já estaria o site da Câmara Municipal de Pombal prenho de e-mails protestando com esta atitude tremendamente podre de um presidente de câmara, um eleito.
Parece estar na ordem do dia a discussão sobre a sucessão de Carlos Carvalhas à frente do PCP, o partido em que mais vezes votei e com o qual me identifico sobre um certo ponto de vista ideológico.
E parece, porque quase ninguém fala sobre isso, dando de barato que os tipos do partido são todos uma cambada de bolcheviques sec. XXI, uns tolos sem rumo e a viver apenas de estertores. E a notícia do Expresso que fala de uma certa consulta ao antigo líder Álvaro Cunhal, merece, se quiserem, alguma crítica e, enfim, alguma atenção (ainda que nada comparada com a sesta de um primeiro ministro).
Como comunista que sou, eu gostaria de assistir a um maior e melhor debate sobre o PCP. Sinceramente, e sabendo, como sei, que de comunistas está o mundo vazio, gostaria de chamar a atenção para a necessidade de regeneração efectiva de um partido que detém sobre si a responsabilidade de levar a cabo uma postura séria e capaz, eivada de propostas políticas justas e mais próximas de todos aqueles que vivem em condições menos interessantes e, por isso, têm necessidade de não serem apenas lembrados em épocas eleitorais. Gostaria eu, está bom de ver, que houvesse um debate de ideias presentes, não calcinadas por preconceitos datados, como por exemplo a antiga URSS ou até o facto de ser o PCP um partido anti união europeia. Gostaria de assistir a maior elevação e honestidade intelectual quando se trata de abordar a coisa comunista. Será possível?
E parece, porque quase ninguém fala sobre isso, dando de barato que os tipos do partido são todos uma cambada de bolcheviques sec. XXI, uns tolos sem rumo e a viver apenas de estertores. E a notícia do Expresso que fala de uma certa consulta ao antigo líder Álvaro Cunhal, merece, se quiserem, alguma crítica e, enfim, alguma atenção (ainda que nada comparada com a sesta de um primeiro ministro).
Como comunista que sou, eu gostaria de assistir a um maior e melhor debate sobre o PCP. Sinceramente, e sabendo, como sei, que de comunistas está o mundo vazio, gostaria de chamar a atenção para a necessidade de regeneração efectiva de um partido que detém sobre si a responsabilidade de levar a cabo uma postura séria e capaz, eivada de propostas políticas justas e mais próximas de todos aqueles que vivem em condições menos interessantes e, por isso, têm necessidade de não serem apenas lembrados em épocas eleitorais. Gostaria eu, está bom de ver, que houvesse um debate de ideias presentes, não calcinadas por preconceitos datados, como por exemplo a antiga URSS ou até o facto de ser o PCP um partido anti união europeia. Gostaria de assistir a maior elevação e honestidade intelectual quando se trata de abordar a coisa comunista. Será possível?
sábado, 23 de outubro de 2004

E vinha eu de regresso ao lar, a preparar-me para mais um belo fim-de-semana quando, sem motivo aparente, sintonizo a antena 1 e dou comigo a ouvir o Carlos Magno e o Luis Delgado. E também agora o Luis Osório. Raios, pensei eu, o que motivará um tipo como o Luis Osório a andar a proclamar interjeições ao estilo Carlos Amaral Dias sempre que o Magno falava e o Delgado esfolava?
Cada vez me impressiona mais a histeria blogosferica sempre que o Abrupto “dá um peido”. E digo peido porque tudo o que leio do abrupto é, em regra, volátil como um peido, estridente como um peido e dificil de inalar…como um peido. Se o homem não gostou de ver a morte de Feher tratada nos media do modo como foi tratada, houve logo uma trupe de discípulos que o acompanharam. Se o homem “flatuleia” sobre o grego e a importância desta língua, a clássica, logo se seguiram múltiplos textos, ora de gregos ora de troianos, a louvar aquele aroma intelectual. Se o homem fala que não gosta que façam piadas com o facto de um velho ter caído, sim um velho em primeiro lugar, e só depois o Fidel Castro, o ditador, personalidade nada interessante quando cai ao fim de várias horas a discursar, logo foi seguido por um “conto e oito” de gente atenta e de muito boa moral. Porque as pessoas riram-se por se ter tratado de um velho, não pelo caricato da cena e até pela metáfora em si que encerra a queda de um ditador, ora pois. Ou seja, este “homem bom” é, assim abruptamente, o barómetro da blogosfera. Até se deu ao luxo de justificar um erro ortográfico, não fosse o F.J.V apontar tamanho deslize, ou mesmo uma tal bomba, que se auto proclama de inteligente, fosse colocar um breve diálogo (com quem, não sei bem) aludindo ao”erro de Pacheco”. Dava um belo título para um interessantíssimo ensaio este “erro de Pacheco. Adiante.
O que eu gostaria de saber era se nós, aqui, podemos ter vontade própria, sentimento genuíno, e expressa-los livremente, sem as preocupações estéreis de tentar adivinhar as reacções desses “gasodutos da web”, que encarreiram tudo a preceito e etiquetam todas as coisas como se para tanto bastasse apenas munirem-se de uma folha de cálculo com duas variáveis apenas: o bom e o mau.
nota do editor: neste texto foram feitas referencias a 3 blogs. a redacção dispensou qualquer tipo de hiperligação porque "ambos os tres" blogs recusam exercer o principio do contraditório.
O que eu gostaria de saber era se nós, aqui, podemos ter vontade própria, sentimento genuíno, e expressa-los livremente, sem as preocupações estéreis de tentar adivinhar as reacções desses “gasodutos da web”, que encarreiram tudo a preceito e etiquetam todas as coisas como se para tanto bastasse apenas munirem-se de uma folha de cálculo com duas variáveis apenas: o bom e o mau.
nota do editor: neste texto foram feitas referencias a 3 blogs. a redacção dispensou qualquer tipo de hiperligação porque "ambos os tres" blogs recusam exercer o principio do contraditório.
sexta-feira, 22 de outubro de 2004
O que me preocupa, de resto, é saber que existe uma tropa de governantes que tece a sua teia ( obrigado Miguel Sousa Tavares pelo artigo de hoje no Público)dentro de um quadro de legalidade e, portanto legitimamente, vai refinando o seu sistema de controlo total do "quarto poder" com um unico fim: as eleições legislativas. E o que me preocupa é a cada vez mais desastrada forma de se fazer oposição a tal estado de castração editorial que se assiste na imprensa portuguesa. Depois entretêem-se com a queda de Fidel, deliciam-se com um debate estéril sobre a dicotomia "Esquerda/Direita" e aplaudem o silencio de um tal novo lider saído de um catalogo "Quelle" qualquer.
O que me preocupa é saber que ninguém está à altura de combater este desastre. Reformem-se todos, sem excepção.
O que me preocupa é saber que ninguém está à altura de combater este desastre. Reformem-se todos, sem excepção.
quarta-feira, 20 de outubro de 2004
"Colecciono golos do Benfica que nunca entraram na baliza (como aquele do Belenenses, lembram-se?)." in Aviz
E, já agora, o caríssimo hooligan de trazer por casa acaso gostará de coleccionar os brilhantes momentos do "guarda Abel" que muito engrandecem a mui nobre história do fcp?
E, já agora, o caríssimo hooligan de trazer por casa acaso gostará de coleccionar os brilhantes momentos do "guarda Abel" que muito engrandecem a mui nobre história do fcp?
terça-feira, 19 de outubro de 2004

Tenho lido aqui e ali muitos comentários ao “ Código Da Vinci”. Um grande livro, dizem: "Já há tanto tempo que não lia um livro que me fizesse sentir tão embrenhada na leitura".
E eu lembrei-me do livro que mais me prendeu a ele mesmo: “Germinal” de Emile Zola.
E eu lembrei-me do livro que mais me prendeu a ele mesmo: “Germinal” de Emile Zola.
O meu “boletim meteorológico emocional” aconselha-me a tomar precauções para evitar danos de maior, apesar de forte couraça.
Refúgio quente e calmo, a casa. Música suave e rouca, a amansar o meu espírito. O meu boletim não é digital nem utiliza satélites. Ele apenas fala comigo: “There are a few things I never could believe /A woman when she weeps /A merchant when he swears /A thief who says he'll pay /A lawyer when he cares /A snake when he is sleeping /A drunkard when he prays/ I don't believe you go to heaven /when you're good /Everything goes to hell, anyway...”
Refúgio quente e calmo, a casa. Música suave e rouca, a amansar o meu espírito. O meu boletim não é digital nem utiliza satélites. Ele apenas fala comigo: “There are a few things I never could believe /A woman when she weeps /A merchant when he swears /A thief who says he'll pay /A lawyer when he cares /A snake when he is sleeping /A drunkard when he prays/ I don't believe you go to heaven /when you're good /Everything goes to hell, anyway...”
segunda-feira, 18 de outubro de 2004
Por fim, recolhi-me num assunto fútil, o futebol, demasiadamente banal e menor. Uma coisa de bárbaros e ignorantes. Afinal, também ele, paradigma da imbecilidade humana. Veja-se o caso de ontem, um simples jogo entre dois rivais que, tendo sido ganho por um deles (podia ter-se dado um empate) logo fez com que uns tais rasteiros, disfarçados de gente sem mácula, se transformassem em “giros fanáticos”, mal amados e sem piada alguma. Um deles até se dignou a escrever quatro posts, quatro, e uma adenda. E, qual esquizofrénico de alto índice patológico, tratou de se armar em S. João Baptista e rebaptizou o arqui-rival de "clube de dona pombinha". Neste particular, que teve piada e eco bastante na fumegante fossa dos tristes, devo reconhecer que estou limitado, por não me ser possível classificar tal desvio freudiano. Coisa para psicanalista experimentado.
Outros ainda foram ao “recycle bin” e publicaram imagens da frágil mas ainda e sempre real ave de rapina, a dona águia, desta vez ridicularizada a preceito para gáudio dos ilustres poios de massa encefálica.
E assim vai a nossa praça, povoada de gente que passa a vida a tentar demonstrar o brilho da virtude e da moral e, por via de um simples jogo de futebol, mostram, afinal, que não passam de uns idiotas. Sim porque a palavra “idiota” vem do grego “idiotos” que significava, à época, pessoa desenquadrada com a sociedade, que não participa na vida pública. É o que são estes nortistas de hoje. Uns enjeitados, carentes de amor e auto estima. A precisarem de tratamento já.
Outros ainda foram ao “recycle bin” e publicaram imagens da frágil mas ainda e sempre real ave de rapina, a dona águia, desta vez ridicularizada a preceito para gáudio dos ilustres poios de massa encefálica.
E assim vai a nossa praça, povoada de gente que passa a vida a tentar demonstrar o brilho da virtude e da moral e, por via de um simples jogo de futebol, mostram, afinal, que não passam de uns idiotas. Sim porque a palavra “idiota” vem do grego “idiotos” que significava, à época, pessoa desenquadrada com a sociedade, que não participa na vida pública. É o que são estes nortistas de hoje. Uns enjeitados, carentes de amor e auto estima. A precisarem de tratamento já.
domingo, 17 de outubro de 2004
Podemos afirmar, sem rodeios, que a história se repete sempre que há um jogo de futebol entre o Benfica e o Porto. Claro que o que conta é o resultado e o de hoje serve integralmente os interesses da Liga que fica assim bem mais competitiva. E serve também o lado holigan de muitos intelectuais que, neste caso, remetem a sua inteligentissima condição para segundo plano e preferem saborear mais um roubo monumental.
Viva a nobre condição dos que ganham assim que eu, do alto do meu benfiquismo, lhes estendo uma enorme salva de palmas.
Viva a nobre condição dos que ganham assim que eu, do alto do meu benfiquismo, lhes estendo uma enorme salva de palmas.
Real Gone - Experimente-o aqui
LOS ANGELES, Oct. 15 /PRNewswire/ -- TOM WAITS, whose new album -- REAL GONE -- was released last week, has garnered some of his best chart debuts in his four decade career, entering the Billboard "Top 200 Chart" at #28 and their "Top Independent Chart" at #1. Meanwhile, REAL GONE is #2 on CMJ's "College Radio Chart."
Elsewhere in the world, Waits is earning the same honors with high entries such as the European chart at #9, Poland at #17, UK at #16 (his record debut in his career) and #1 on the Independent chart, while Real Gone is currently Top 10 in Italy, Sweden, Norway, Belgium, Ireland, Portugal, and the Netherlands.
At the same time, the rave reviews continue to pour in, and the critics agree that this is a landmark album in Waits' already stellar career. As Philadelphia Inquirer critic Tom Moon unambiguously declared on NPR's All Songs Considered, Real Gone is "Unbelievable. It sounds great. I think it's the best thing he's done since Rain Dogs."
In a 4-star review for Paste, Mark Richardson notes that "Waits' lyrics are sharp as ever, packed with memorable phrases and strange-yet-familiar poetic imagery...REAL GONE marks another interesting uptick in Waits' exceptional career."
The reviews are just as glowing overseas, where Mojo calls REAL GONE "a blackened jewel of a record," insisting that "it deserves -- no, needs -- to be heard."
The critical consensus is perhaps summed up best by The Guardian, which simply states, "There is plenty that is remarkable about Real Gone."
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Source: ANTI-
Elsewhere in the world, Waits is earning the same honors with high entries such as the European chart at #9, Poland at #17, UK at #16 (his record debut in his career) and #1 on the Independent chart, while Real Gone is currently Top 10 in Italy, Sweden, Norway, Belgium, Ireland, Portugal, and the Netherlands.
At the same time, the rave reviews continue to pour in, and the critics agree that this is a landmark album in Waits' already stellar career. As Philadelphia Inquirer critic Tom Moon unambiguously declared on NPR's All Songs Considered, Real Gone is "Unbelievable. It sounds great. I think it's the best thing he's done since Rain Dogs."
In a 4-star review for Paste, Mark Richardson notes that "Waits' lyrics are sharp as ever, packed with memorable phrases and strange-yet-familiar poetic imagery...REAL GONE marks another interesting uptick in Waits' exceptional career."
The reviews are just as glowing overseas, where Mojo calls REAL GONE "a blackened jewel of a record," insisting that "it deserves -- no, needs -- to be heard."
The critical consensus is perhaps summed up best by The Guardian, which simply states, "There is plenty that is remarkable about Real Gone."
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Source: ANTI-
A Ferreirinha ou um enredo “melting pot”

Ando a seguir a excelente série da RTP, “ A ferreirinha”. Excelente porque os actores estão a representar muito melhor e, sendo um filme de época, delicio-me a ver a cadeia da relação do Porto, povoada por populares do século XIX e aquele chão de granito autêntico, belo, a merecer um tratamento histórico condizente com a grandeza da cidade.
Por aí tudo bem. Conhecia já a história de Dona Antónia com especial destaque para a sua fibra excelentemente talhada na dureza do Alto Douro. Ela foi um dos primeiros produtores de vinho daquela região a apostar nos vinhedos do Douro Superior, por exemplo.
Também conheço, ao de leve, a história do Zé do Telhado, de Camilo, obviamente (obrigatório visitar a casa do escritor em Ceide) e de tantas celebridades que vão surgindo na trama escrita por Moita Flores.
Em cada episódio que passa somos confrontados com uma nova figura do Portugal oitocentista. Num deles era o Saldanha, no último já se falava em Pereira de Melo, e, por certo, lá mais para a frente a Ferreirinha passará a vir ao Porto de comboio, estreando a belíssima linha do Douro.
E o rigor histórico? Podemos afirmar, de ciência certa, que Ana Plácido teve uma irmã nora de Dona Antónia? Será que Zé do Telhado salvou mesmo Camilo Castelo Branco, impedindo um assassino de o matar na cadeia da relação?
Estas e outras delícias provocam-me estas e outras questões, por ignorância minha, estou certo. Em todo o caso esta série merece, cá em casa, o título de belo tópico de conversa familiar sobre o "Portugal Oitocentista".
PS: E também me delicio muito com a classe conservadora e retrógrada do burgo portuense (especial destaque para o “seivatrupense” António Reis), mais os seus maquiavelismos políticos e sociais que, já na época, se faziam sentir. Neste particular, não foi só o granito que resistiu.
PS2: E Catarina Furtado revela-se uma excelente actriz. Muito bem.
Por aí tudo bem. Conhecia já a história de Dona Antónia com especial destaque para a sua fibra excelentemente talhada na dureza do Alto Douro. Ela foi um dos primeiros produtores de vinho daquela região a apostar nos vinhedos do Douro Superior, por exemplo.
Também conheço, ao de leve, a história do Zé do Telhado, de Camilo, obviamente (obrigatório visitar a casa do escritor em Ceide) e de tantas celebridades que vão surgindo na trama escrita por Moita Flores.
Em cada episódio que passa somos confrontados com uma nova figura do Portugal oitocentista. Num deles era o Saldanha, no último já se falava em Pereira de Melo, e, por certo, lá mais para a frente a Ferreirinha passará a vir ao Porto de comboio, estreando a belíssima linha do Douro.
E o rigor histórico? Podemos afirmar, de ciência certa, que Ana Plácido teve uma irmã nora de Dona Antónia? Será que Zé do Telhado salvou mesmo Camilo Castelo Branco, impedindo um assassino de o matar na cadeia da relação?
Estas e outras delícias provocam-me estas e outras questões, por ignorância minha, estou certo. Em todo o caso esta série merece, cá em casa, o título de belo tópico de conversa familiar sobre o "Portugal Oitocentista".
PS: E também me delicio muito com a classe conservadora e retrógrada do burgo portuense (especial destaque para o “seivatrupense” António Reis), mais os seus maquiavelismos políticos e sociais que, já na época, se faziam sentir. Neste particular, não foi só o granito que resistiu.
PS2: E Catarina Furtado revela-se uma excelente actriz. Muito bem.
sexta-feira, 15 de outubro de 2004
Daniel Sanches, o ministro, veio a publico acenar com perigos múltiplos que põem em causa o Benfica-Porto deste fim-de-semana. Ora eu bem me lembro de ter lido o pronto apoio de Pinto da Costa a Santana-primeiro-ministro, por ocasião da fuga de Durão. E esse tipo de apoios dá nisto: subserviência e pagamento de favores ao papa sempre que este necessita.
Claro que ainda há bom senso nesta republica e não vai ser um ministro, ainda por cima papagaio, que vai contribuir para que o bando das antas continue a comportar-se como um bando de terroristas. Doutro modo, como pode este país almejar organizar eventos de alto risco com tamanha demonstração de caganço provocada por meia dúzia de arruaceiros? Cuspir é uma coisa feia, está claro, agora provocar um gabinete de crise nacional por causa de 2000 bilhetes é coisa nunca vista. Só em Portugal.
Claro que ainda há bom senso nesta republica e não vai ser um ministro, ainda por cima papagaio, que vai contribuir para que o bando das antas continue a comportar-se como um bando de terroristas. Doutro modo, como pode este país almejar organizar eventos de alto risco com tamanha demonstração de caganço provocada por meia dúzia de arruaceiros? Cuspir é uma coisa feia, está claro, agora provocar um gabinete de crise nacional por causa de 2000 bilhetes é coisa nunca vista. Só em Portugal.
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