A blogar há mais de uma hora e a sensação de que ficou algo por fazer . Já descobri: ainda não visitei o blogamemuchooooooooooo.
quarta-feira, 27 de outubro de 2004
Marcelo falou e disse aquilo que todo o mundo já sabia. Não sei bem se o disse a quem realmente de direito mas isso é de somenos.
Importa saber se Miguel de Sousa Tavares teria tido motivos idênticos para tomar atitude semelhante a Marcelo. Quem sabe.
Importa saber se, para além dos comentaristas, há jornalistas que andam a ser “arrebanhados” pelos seus patrões.
Eu gostaria muito de poder confiar naquilo que vou lendo e no que vou ouvindo sobre o meu país. Pobres diabos sempre existiram, desde advogados, vendedores e jornalistas. Por onde andais vós pobres diabos?
Importa saber se Miguel de Sousa Tavares teria tido motivos idênticos para tomar atitude semelhante a Marcelo. Quem sabe.
Importa saber se, para além dos comentaristas, há jornalistas que andam a ser “arrebanhados” pelos seus patrões.
Eu gostaria muito de poder confiar naquilo que vou lendo e no que vou ouvindo sobre o meu país. Pobres diabos sempre existiram, desde advogados, vendedores e jornalistas. Por onde andais vós pobres diabos?
Caro Francisco,
A tua frase: «O amor anda transgênico, geneticamente modificado, fast love.»
foi linkada no meu blog em 6 de Fevereiro deste ano e eu encontrei-a neste teu post. Achei esta frase muito lapidar quando falamos sobre a construção do amor, como sentimento. E fico feliz porque hoje, volvido algum tempo, voltaste a ela, ao seu significado. Obrigado pelo teu e-mail e olha, vai aparecendo.
1 a de P
A tua frase: «O amor anda transgênico, geneticamente modificado, fast love.»
foi linkada no meu blog em 6 de Fevereiro deste ano e eu encontrei-a neste teu post. Achei esta frase muito lapidar quando falamos sobre a construção do amor, como sentimento. E fico feliz porque hoje, volvido algum tempo, voltaste a ela, ao seu significado. Obrigado pelo teu e-mail e olha, vai aparecendo.
1 a de P
terça-feira, 26 de outubro de 2004
o futuro (não) é igual ao passado (ele há cada um)
Tudo isto é claro: se queres ver idiotas em calda na televisão vai à tvi, se queres ler demagogia pura sobre umas eleições americanas, da mais cientificamente comprovada, da mais elementar arte de vender banha da cobra, vai ao blasfémias.
segunda-feira, 25 de outubro de 2004
Ó arautos da verdade, livros da sabedoria, analistas da coisa politica. Estou a dirigir-me a vós, ó sábios, estou a bater na vossa couraça de grandeza e mestria. Digam-me por uma vez. Acaso achais que perdemos tempo a falar das injustiças e da mesquinhez dos poderosos ou devemos nós, os fracos, os anónimos escrivãs das coisas vãs e sem significado nacional, sem nomes pomposos e assuntos da agenda politica, caseira e americana, os que apanham nas ventas com todos os assuntos maus, que podiam ser nossos e nunca vossos, calar e aplaudir a vossa magnânime inteligência e altivez? Porque vós tendes tudo para serdes diferentes. Falais de tantas coisas, procurais tantos assuntos bons e apetecíveis. Sim ó clássicos da informação. Digam-me por uma vez, nem que seja a única vez. Que fazemos nós aqui?
domingo, 24 de outubro de 2004
Se houvesse um mínimo de sentido revolucionário, se todos fossemos capazes de enfrentar um caso pela sua nobreza e sem querer obter tributos da ribalta, por certo já estaria o site da Câmara Municipal de Pombal prenho de e-mails protestando com esta atitude tremendamente podre de um presidente de câmara, um eleito.
Parece estar na ordem do dia a discussão sobre a sucessão de Carlos Carvalhas à frente do PCP, o partido em que mais vezes votei e com o qual me identifico sobre um certo ponto de vista ideológico.
E parece, porque quase ninguém fala sobre isso, dando de barato que os tipos do partido são todos uma cambada de bolcheviques sec. XXI, uns tolos sem rumo e a viver apenas de estertores. E a notícia do Expresso que fala de uma certa consulta ao antigo líder Álvaro Cunhal, merece, se quiserem, alguma crítica e, enfim, alguma atenção (ainda que nada comparada com a sesta de um primeiro ministro).
Como comunista que sou, eu gostaria de assistir a um maior e melhor debate sobre o PCP. Sinceramente, e sabendo, como sei, que de comunistas está o mundo vazio, gostaria de chamar a atenção para a necessidade de regeneração efectiva de um partido que detém sobre si a responsabilidade de levar a cabo uma postura séria e capaz, eivada de propostas políticas justas e mais próximas de todos aqueles que vivem em condições menos interessantes e, por isso, têm necessidade de não serem apenas lembrados em épocas eleitorais. Gostaria eu, está bom de ver, que houvesse um debate de ideias presentes, não calcinadas por preconceitos datados, como por exemplo a antiga URSS ou até o facto de ser o PCP um partido anti união europeia. Gostaria de assistir a maior elevação e honestidade intelectual quando se trata de abordar a coisa comunista. Será possível?
E parece, porque quase ninguém fala sobre isso, dando de barato que os tipos do partido são todos uma cambada de bolcheviques sec. XXI, uns tolos sem rumo e a viver apenas de estertores. E a notícia do Expresso que fala de uma certa consulta ao antigo líder Álvaro Cunhal, merece, se quiserem, alguma crítica e, enfim, alguma atenção (ainda que nada comparada com a sesta de um primeiro ministro).
Como comunista que sou, eu gostaria de assistir a um maior e melhor debate sobre o PCP. Sinceramente, e sabendo, como sei, que de comunistas está o mundo vazio, gostaria de chamar a atenção para a necessidade de regeneração efectiva de um partido que detém sobre si a responsabilidade de levar a cabo uma postura séria e capaz, eivada de propostas políticas justas e mais próximas de todos aqueles que vivem em condições menos interessantes e, por isso, têm necessidade de não serem apenas lembrados em épocas eleitorais. Gostaria eu, está bom de ver, que houvesse um debate de ideias presentes, não calcinadas por preconceitos datados, como por exemplo a antiga URSS ou até o facto de ser o PCP um partido anti união europeia. Gostaria de assistir a maior elevação e honestidade intelectual quando se trata de abordar a coisa comunista. Será possível?
sábado, 23 de outubro de 2004

E vinha eu de regresso ao lar, a preparar-me para mais um belo fim-de-semana quando, sem motivo aparente, sintonizo a antena 1 e dou comigo a ouvir o Carlos Magno e o Luis Delgado. E também agora o Luis Osório. Raios, pensei eu, o que motivará um tipo como o Luis Osório a andar a proclamar interjeições ao estilo Carlos Amaral Dias sempre que o Magno falava e o Delgado esfolava?
Cada vez me impressiona mais a histeria blogosferica sempre que o Abrupto “dá um peido”. E digo peido porque tudo o que leio do abrupto é, em regra, volátil como um peido, estridente como um peido e dificil de inalar…como um peido. Se o homem não gostou de ver a morte de Feher tratada nos media do modo como foi tratada, houve logo uma trupe de discípulos que o acompanharam. Se o homem “flatuleia” sobre o grego e a importância desta língua, a clássica, logo se seguiram múltiplos textos, ora de gregos ora de troianos, a louvar aquele aroma intelectual. Se o homem fala que não gosta que façam piadas com o facto de um velho ter caído, sim um velho em primeiro lugar, e só depois o Fidel Castro, o ditador, personalidade nada interessante quando cai ao fim de várias horas a discursar, logo foi seguido por um “conto e oito” de gente atenta e de muito boa moral. Porque as pessoas riram-se por se ter tratado de um velho, não pelo caricato da cena e até pela metáfora em si que encerra a queda de um ditador, ora pois. Ou seja, este “homem bom” é, assim abruptamente, o barómetro da blogosfera. Até se deu ao luxo de justificar um erro ortográfico, não fosse o F.J.V apontar tamanho deslize, ou mesmo uma tal bomba, que se auto proclama de inteligente, fosse colocar um breve diálogo (com quem, não sei bem) aludindo ao”erro de Pacheco”. Dava um belo título para um interessantíssimo ensaio este “erro de Pacheco. Adiante.
O que eu gostaria de saber era se nós, aqui, podemos ter vontade própria, sentimento genuíno, e expressa-los livremente, sem as preocupações estéreis de tentar adivinhar as reacções desses “gasodutos da web”, que encarreiram tudo a preceito e etiquetam todas as coisas como se para tanto bastasse apenas munirem-se de uma folha de cálculo com duas variáveis apenas: o bom e o mau.
nota do editor: neste texto foram feitas referencias a 3 blogs. a redacção dispensou qualquer tipo de hiperligação porque "ambos os tres" blogs recusam exercer o principio do contraditório.
O que eu gostaria de saber era se nós, aqui, podemos ter vontade própria, sentimento genuíno, e expressa-los livremente, sem as preocupações estéreis de tentar adivinhar as reacções desses “gasodutos da web”, que encarreiram tudo a preceito e etiquetam todas as coisas como se para tanto bastasse apenas munirem-se de uma folha de cálculo com duas variáveis apenas: o bom e o mau.
nota do editor: neste texto foram feitas referencias a 3 blogs. a redacção dispensou qualquer tipo de hiperligação porque "ambos os tres" blogs recusam exercer o principio do contraditório.
sexta-feira, 22 de outubro de 2004
O que me preocupa, de resto, é saber que existe uma tropa de governantes que tece a sua teia ( obrigado Miguel Sousa Tavares pelo artigo de hoje no Público)dentro de um quadro de legalidade e, portanto legitimamente, vai refinando o seu sistema de controlo total do "quarto poder" com um unico fim: as eleições legislativas. E o que me preocupa é a cada vez mais desastrada forma de se fazer oposição a tal estado de castração editorial que se assiste na imprensa portuguesa. Depois entretêem-se com a queda de Fidel, deliciam-se com um debate estéril sobre a dicotomia "Esquerda/Direita" e aplaudem o silencio de um tal novo lider saído de um catalogo "Quelle" qualquer.
O que me preocupa é saber que ninguém está à altura de combater este desastre. Reformem-se todos, sem excepção.
O que me preocupa é saber que ninguém está à altura de combater este desastre. Reformem-se todos, sem excepção.
quarta-feira, 20 de outubro de 2004
"Colecciono golos do Benfica que nunca entraram na baliza (como aquele do Belenenses, lembram-se?)." in Aviz
E, já agora, o caríssimo hooligan de trazer por casa acaso gostará de coleccionar os brilhantes momentos do "guarda Abel" que muito engrandecem a mui nobre história do fcp?
E, já agora, o caríssimo hooligan de trazer por casa acaso gostará de coleccionar os brilhantes momentos do "guarda Abel" que muito engrandecem a mui nobre história do fcp?
terça-feira, 19 de outubro de 2004

Tenho lido aqui e ali muitos comentários ao “ Código Da Vinci”. Um grande livro, dizem: "Já há tanto tempo que não lia um livro que me fizesse sentir tão embrenhada na leitura".
E eu lembrei-me do livro que mais me prendeu a ele mesmo: “Germinal” de Emile Zola.
E eu lembrei-me do livro que mais me prendeu a ele mesmo: “Germinal” de Emile Zola.
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