O calor trouxe todo o tesão da vaidade e da exuberância (o outro ou se tem ou não se tem), e eis que surgiu novo “boom” de prémios sobre a blogosfera portuguesa. Uma espécie de quinta das celebridades cibernética, pois claro. E há júris e jornais a patrocinar a coisa. E há jornais que falam de blogs como aquele jornalista que fez uma crónica sobre uma ópera que, entretanto tinha sido anulada. E só falou bem o gajo. E só falam bem, os jornais! E eu aqui a fumar um ventil, que ainda sou fiel, e a ver a fanfarra em alta. Uma alegria esta gente!
O que é nacional é bom, sim senhor, mas o pior da "linda" gente é a mania de se julgar mais que a gente.
E pronto. Este post não serve para nada. Boa noite.
sexta-feira, 18 de março de 2005
quarta-feira, 16 de março de 2005
simples
Este blog sempre foi o meu blog. Aqui falei quase sempre de mim e sobre o que me rodeia e me marca. Obviamente há muita gente que defende a necessidade de se proteger a vida pessoal enquanto blogger. Eu nunca o fiz.
Neste momento estou a colaborar num projecto relacionado com qualidade de vida. Dormir bem é coisa importante e eu vendo soluções para esse efeito. Vendo, ouviram bem. E se eu faço questão de o dizer aos meus amigos "cá de fora", porque não dize-lo aqui também?
Há quem escreva sobre politica, outros escrevem sobre poesia e outros ainda escrevem sobre sexo. Eu escrevo sobre mim. Neste momento o que tenho a dizer é isto: cuidem-se, pensem na vossa qualidade de vida . Neste caso muito particular eu posso ajuda-los. Simples.
Neste momento estou a colaborar num projecto relacionado com qualidade de vida. Dormir bem é coisa importante e eu vendo soluções para esse efeito. Vendo, ouviram bem. E se eu faço questão de o dizer aos meus amigos "cá de fora", porque não dize-lo aqui também?
Há quem escreva sobre politica, outros escrevem sobre poesia e outros ainda escrevem sobre sexo. Eu escrevo sobre mim. Neste momento o que tenho a dizer é isto: cuidem-se, pensem na vossa qualidade de vida . Neste caso muito particular eu posso ajuda-los. Simples.
terça-feira, 15 de março de 2005
por falar em medicamentos II
Há uns tempos atrás o governo espanhol incentivou os seus cidadãos a adquirirem um colchão ortopédico, realmente ortopédico. Evidentemente que a questão foi colocada: o governos está a servir a industria dos colchões espanhola. Aqui também se falava dos interesses dos grupos económicos, tal como Vital Moreira o faz hoje no Público. Na verdade o que o governo espanhol percebeu foi que com aquele apelo seriam capazes de poupar milhões de Euros em medicamentos que o sistema de saude espanhol tinha de suportar derivado a uma péssima postura do sono dos seus cidadãos. Em Portugal passa-se o mesmo. Só que os nossos governos andam preocupados com outras questões. E você? já pensou nisso?
segunda-feira, 14 de março de 2005
por falar em medicamentos
Está na ordem do dia a discussão sobre venda de medicamentos em supermercados. Proponho que reflitam sobre a forma de gastar menos dinheiro com medicamentos. Se pensarem bem no facto de poderem beneficiar da acção do IVD ( Infra Vermelhos Distantes) durante o sono, muitas daquelas enxaquecas, dores de cabeça, dores de costas, lombalgias mecánicas, deixam de ser o seu grande problema. Se pensar bem nisto, certamente que não vai deixar de querer saber um pouco mais sobre o photon platina.
Não tenha duvidas que isto é qualidade de vida. Os médicos sabem do que falo, só que eles são como o cangalheiro: não quero que ninguém morra mas quero que a minha vida corra.
Corra lá para o seu médico que ele receita-lhe mais um medicamentozinho para a sua dor de não se sabe bem o quê. Ele agradece.
Não tenha duvidas que isto é qualidade de vida. Os médicos sabem do que falo, só que eles são como o cangalheiro: não quero que ninguém morra mas quero que a minha vida corra.
Corra lá para o seu médico que ele receita-lhe mais um medicamentozinho para a sua dor de não se sabe bem o quê. Ele agradece.

porque eu quero que sabia disto
...faço questão de o informar que existe um aparelho articulado electrónico, e que eu vendo, e que não tem nada a ver com aqueles que a classe média encomenda nos shopings a preços do outro mundo. E porque o mundo é o mesmo para todos, venha conhecer esta maravilha. Tem ali o meu mail. Abraço.
PS: E temos uma loja aberta na Rua da BOavista, 508, no Porto. Ah, e se lá for pergunte sempre por mim. Ao faze-lo está a evitar que eu tenha de ir para Espanha ou para Londres servir cafés idiotas a clientes que são como o café deles.
PS: E temos uma loja aberta na Rua da BOavista, 508, no Porto. Ah, e se lá for pergunte sempre por mim. Ao faze-lo está a evitar que eu tenha de ir para Espanha ou para Londres servir cafés idiotas a clientes que são como o café deles.

sábado, 12 de março de 2005
alegria e drama ( não me vou pôr aqui a colar imagens de Dragões esfolados, podem sossegar)
Se há uma coisa que eu gosto de ver, é quando o Porto, o clube, perde. Palavra de honra!Agora uma equipa que gosto de ver perder, levar uma goleada assim, já não é bem a mesma coisa. Digamos que gostei da derrota mas não apreciei assim tanto o peso histórico da mesma. Muito se vai falar sobre o sucedido e os portistas vão sofrer nos seus empregos, nos seus convivios, o escarnio que uma derrota destas alimenta. Eu bem sei que muitos merecem. O futebol é assim, é alegria e drama.
quinta-feira, 10 de março de 2005
domingo, 6 de março de 2005
sábado, 5 de março de 2005
quando as costas sofrem
sexta-feira, 4 de março de 2005
quarta-feira, 2 de março de 2005
hoje sinto-me diferente
Trago comigo uma gravata verde. Há muito tempo que não usava uma gravata assim. Hoje sinto-me diferente. Há cores que, da sua leveza, nos refrescam as manhãs frias de Inverno.
terça-feira, 1 de março de 2005
da natureza das coisas
o food-i-do volta, após o furor eleitoral, a propor-se um sitio modesto, pequenino e cheio de trivialidades e outras coisas de partilha. Frases soltas, coloridas às vezes, e a "minha" música. Espero não defraudar os novos visitantes, e creio bem ser esta notícia do agrado dos "velhinhos".
e depois disto
E depois disto, da bola e das conversas da bola, do fecho e do último copo, apanhar frio. Um frio que me cortava a visão e me fazia notar que tinha orelhas. E depois disto o regresso a casa, cheio de olheiras e com os cabelos sem norte. Depois disto uma cama quente e o vento, lá fora. Depois disto, barba feita, o café, as leituras e os primeiros mil cigarros. Depois disto, um dia que nasce frio e belo, como um deus nórdico.
Depois disto, a luta.
Depois disto, a luta.
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