domingo, 8 de maio de 2005

Broas d’Avintes.
Regressei a casa, enfim. Da grande Lisboa trago coisas boas, encomendas, canseiras e boas sensações. E sou recebido em casa com a derrota do meu glorioso Sport Lisboa e Benfica. Não custa nada assumir que não temos equipa. Querer muito ser campeão (os adeptos!) é qualquer coisa de bonito mas não podemos cegar com tamanho desejo. Não somos “O Outro Benfica”, mas queremos muito (os adeptos) voltar a ser campeões. Disso podem estar certos. O sonho continua.

Não me vou, portanto, pôr aqui a lamentar penaltys por marcar, porque entendo que o meu clube tinha obrigação de não precisar deles. De qualquer das formas, o sonho está comigo.

Estou cansado e vou rever o filme “A Cidade de Deus”. Quanto ao que leio aqui, devo dizer que nem sou aquilo tudo da primeira vez e muito menos sou aquelas enormidades polidas que agora me apontam. Pai de filhos e com muitos problemas pela frente, afirmo já que não estou nada interessado em manter este tipo de brincadeiras. Duelos travo-os comigo, impondo-me desafios e muitas mais batalhas. A vida.

quarta-feira, 4 de maio de 2005

encontros

Avizinha-se um encontro de bloggers na cidade do Porto. Estou na expectativa e, obviamente, interessado.

terça-feira, 3 de maio de 2005

Chelsea, you are done!


Estou muito triste. O Chelsea perdeu. O Chelsea! Se tivesse ganho seria o Mourinho. Comoveu-me muito a reportagem da RTP, directamente de Londres. Aquelas senhoras tão ferrenhas, tão "Chelseas"!
Em suma, hoje foi um dia mau para cerca de 50.000 portugueses.

can you have it?


isto tá na alta (m)oda

Certo certinho é que ainda nenhum filho de deus me elegeu como um dos quatro destinatártios de tão elevado questionário. Pudera, filhos de deus há poucos. Todavia, peguei na coisa e aqui seguem as minhas respostas em género de homenagem a todas as pessoas que, não tendo hábitos de leitura, desataram a ler um grande livro que até está à venda em todas as áreas de serviço e máquinas de "vending" e que abafou o barnabé e o pipi e outros sumos de cápsula.

1- Não podendo sair do Fahrenheit 451, que livro quererias ser?
- o código d'avinci porque é um livro mais interessante do que essa marca de perfume rasca.

2- Já alguma vez ficaste perturbado/apanhado por uma personagem de ficção?
Claro que já. fiquei perturbado com aquele funcionário do Louvre que aparece no código d'avinci-

3- O último livro que compraste?
- o código d'avinci numa área de serviço quando regressava de Fátima.

4- Os últimos livros que leste?
- o código d'avinci e todos os outros contra-códigos

5- Que livros estás a ler?
- o código d'avinci e todos os outros contra-códigos

6- Que livros que levarias para uma ilha deserta?
- o código d'avinci e todos os outros contra-códigos

7 – Quatro pessoas a quem vais passar este testemunho e porquê?
vou passar este testemunho ao Trapatoni para ele perceber como pode ainda ser campeão, ao Couceiro para ele descobrir o melhor caminho para Olival, ao Peseiro para ele melhorar os tiques-de-beira-da-linha-de-campo e ao Jaime Pacheco que está desempregado e pode ser que tenha tempo!!!!!

acerca dos peões

Esta peça do Luis Miranda, lembrou-me de um pormenor que entendo pertinente: enquanto condutor, ocorre-me muitas vezes ver peões a atravessar a passadeira, tranquilos, e de telemóvel na orelha. Falam descontraidamente enquanto atravessam a dita passadeira, ignorando que estão a fazer uma "manobra perigosa". Pergunto: As autoridades estarão atentas a isto?

Petição a favor de Ivo Ferreira

Não fique aí de braços cruzados a ler o food-i-do. Entre nesta voçê tambem. Um fumador de ganza é um ser humano, um humanista, e precisa do seu contributo activo.

Pessoalmente acho esta petição um tanto lambedora, enfim. Mas eu sou um caso sem solução. Se calhar estas coisas devem ser feitas assim mesmo, tipo Egas Moniz perante o reverendíssimo Rei de Leon. Pops

Obrigado Mário pelo e-mail.

The Raven - Lou Reed - Willem Dafoe (edgar alan poe)


  • poema aqui


  • declamação aqui
  • segunda-feira, 2 de maio de 2005

    Comboio Nova Iorque - Londres


    será possível?

    Agora o outro que tal, com nome (nem sequer claramente assumido) de palavrão, francamente, ó minha amiga - colocar sequer na mesma frase que este seu criado um panhonha, um lampião bacoco daqueles, um talibanzinho vermelhusco de pacotilha, por amor de Deus, tenha misericórdia!...Com franqueza, excelentíssima senhora: aquilo é um Leonoro Pinhão dos blogues!...

    Ora bem. Nem sei que dizer. Um homem com nome, como é o meu caso, que assina com o seu próprio nome, está, como se vê, sujeito a este tipo de comandita.

    Caro indivíduo que usa o pseudónimo de "Dragão", estimo que a sua alma lavada e a sua irrepreensível capacidade intelectual o façam retratar-se, pelo menos na ofensa ao meu nome. Independentemente de gostar ou não das minhas afinidades, deveria colocar como prioritário o respeito e a boa fé, coisa simples e indolor. No mais, deve saber que eu tenho mau feitio. Deve saber muito acerca de mim, coisa que eu não posso afirmar sobre o digníssimo senhor. Nem quero. Faça lá um favor a si próprio e, de braço dado com a sua capacidade de ser amável para com uma senhora, veja lá se consegue fazer um esforço para, pelo menos, não caír no ridículo em que, quanto a mim, caiu.
    Passe bem, sim?

    Começo a semana com um beijo. Um beijo pode saber a todas as coisas.


    .Robert Doisneau, Le Basier de L'Hotel de Vilne, 1950

    domingo, 1 de maio de 2005

    texturas III

    Caro Doctor B, o jogo foi bom, pá. Eu bem dizia que nos falta um Pinilla assim, matador.
    De resto, desde o tempo em que mudámos para o Euro que não via tanta gente de calculadora na mão. Principalmente os portistas. Se o amigo tivesse visto o cabeção deles quando o SCP marcou….adiante. No mais fico contente. O título é coisa para nós. Eles que aguentem o Braga, a ver se conseguem disputar a qualificação para a Champions.
    Falta-vos apenas um jogo para atingirdes a vossa final. Merecida, aliás. Boa sorte, pois, para quinta-feira. A nós também nos falta apenas um jogo, uma vitória, para chegarmos à tão ambicionada final. A tal do título da Segunda Circular. Vai ser tão bom, não vai?


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