segunda-feira, 9 de maio de 2005

Nada disso caro Drago. Faça um "reset" e deixe de laborar nesse erro de avaliação. O amigo não me conhece, não conhece sequer o meu blog. Passe por cá mais vezes e acabará por perceber onde eu quero chegar. Quanto a duelos não há nada melhor do que nos conhecermos no próximo almoço blogosférico a realizar no Porto . Inscreva-se, traga a lolita e o besugo que esses são uns baldas do carago. Vai ver que o duelo será suculento. E digo isto porque no primeiro almoço ( há cerca de um ano atrás) eu declarei ao Jornal de Noticias: "Posso não ser bom a escrever mas a comer ninguém me bate" .
E gostei muito das prendas à criancinha. Pena serem novinhas em folha. Há tantas coisas dessas na casa de S. Vicente de Paula...
Não sei se isto funciona. Pode ser que sim, quem sabe. O certo é que um tipo como eu, regressado ao hotel Vila Galé, sexta-feira passada, já um tanto cansado da jornada, resolve descer à rua para arrumar melhor o carrito ( um tipo como eu não utiliza o parque dos hoteis) porque era Lisboa, era Alcantara. De repente, um tipo como eu repara numa grande festa no restaurante do hotel. Gente gira dançando freneticamente. Ora um tipo como eu entra e faz-se gente daquela gente. Aquilo era uma festa de um curso de direito da Universidade Católica, disseram-me por de entre a música dançante. O certo é que me servi do bar aberto, apreciei o ambiente e bebi. Bebi do que me apeteceu e não foi pouco.
Não sei se isto funciona, dizia eu, porque pode ser que algum dos presentes nessa festa apareça aqui e dê conta de que um tipo como eu esteve lá a curtir o bom ambiente. A "24 de Julho" ficou ali arrumadinha porque a festa foi boa e era de borla. Obrigado lindos.
Estive em Mafra na semana passada. Uma vila linda, sabem? Uma vila, digo eu, porque logo alguém me corrigiu quando eu lhe chamei cidade. Qual cidade, uma vila sim. Uma vila a inaugurar um troço de uma auto-estrada mandada construir por uma empresa municipal. Há-de ir até Ericeira, se deus quiser.
Um tipo como eu pensa nos dinheiros municipais gastos pelos presidentes cá do Norte. Em futebol, em obras de megalomania artificial, e de utilidade nula. Uma auto-estrada? O governo que a faça. Lisboa que pague, é o que dizem. E bem perto de Lisboa temos um exemplo a seguir. A autarquia constrói um equipamento que vai servir a população.
Alguém olhou para isto?
Segunda-feira. A semana começa com um problema chato: a EDP mandou-me uma factura com uma cifra superior ao salário mínimo nacional. Filhos da mãe, dizem lá que a última leitura foi feita em 2003!!! Raios, e vi hoje na RTP que não sou o único. E dizia a RTP que a EDP dissera que não tivera acesso aos contadores. Já agora, o meu contador está no hall dos elevadores, numa parte comum e a porta principal só está fechada à chave a partir das 10 da noite.
Se eu não pagar o raio da factura espero que, pelo mesmo motivo, só me possam cortar a energia em 2007!
Quem nos defende? Não há por aí nenhuma petição a pedir clemência à EDP?
Boa semana na mesma.

domingo, 8 de maio de 2005

vitória, vitória, vitória

O Porto empatou e parece que a culpa foi do árbitro (ver o artigo do CAA no Blasfémias).Falta saber se o Sporting tem estofo de campeão para vencer o Vitória de Guimarães. E lembrei-me agora que tenho familia em Guimarães, pelo que sou do Vitória desde pequenino!
Não, meu caro. Não me referi ao aniversário do teu blog. E digo-te que soube dessa data através do Público, um jornal que gosta de falar de ti e que deve julgar que tu és isto, ou que isto és tu. E depois as tuas teses sobre blogues são uma treta. Atiras umas ideias borda fora, e quem vai ao teu blog, e perde dois ou três minutos ali, percebe logo que não passam de ideias as tuas ideias.
Depois tens a mania que és áureo e “apostas-te” heliocêntrico. Situas-te por cima da blogosfera e mesmo da atmosfera.
Por isso, meu caro colega daqui, eu não te existo, porque a teus olhos há apenas seguidismos, idolatrias e ramos de flores transgénicas.
E cumprimento-te meu caro colega daqui, porque muitos fazem por te merecer. E tu gostas.
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