a propósito de: "O Blasfémias é um blog de referência, cuja credibilidade só mesmo o tal Paulo Querido discute. Este é um blog de inspiração liberal, com um posicionamento único para o debate (basta ver o número de comentários nas nossas caixas e os links que proliferam por essa blogosfera fora)." temos o seguinte:
Eu sou um fiel leitor do “blasfémias”. Gosto daquela malta, quase minha vizinha, que desata a escrever longos posts sobre todas as coisas. Sobretudo política. Eles são, de facto, especialistas na coisa política e ajudam-nos, a nós que somos meio tontos, a perceber o porquê das maiorias absolutas e as razões da tão propalada quebra da economia. E assim eu acho que aquele blog é credível, na medida em que, não havendo uma relação comercial, em eu não lhes comprando nada, não posso exigir uma espécie de provedor dos leitores, assim a modos que um Pacheco Pereira qualquer que pudesse avaliar a credibilidade de todos os posts que ali são colocados. O que eu faço, espertalhão, é simplesmente ler, identificar e consultar as fontes, se as houver, e cruzar aquilo tudo com a minha ignorância. Umas vezes esta manipulação genética dá em bons resultados. Noutras, porém, nascem autênticas aberrações de natureza intelectual.
Por outro lado "conheço" o Paulo Querido muito para alem da blogosfera. Quase me atrevo a dizer que o conheci no advento da Internet, não sei bem. Digamos que agora leio-o pouco porque deixei de comprar o Expresso desde o dia em que a primeira página nos apresentou o divorcio do Rangel com a Marante (creio que já disse isto umas vinte vezes) e o blog dele, confesso humildemente, não me seduz. Tem muito pouco de TVI e quase nada de SIC Mulher e parece-me muito Selecções do Readers Digest. Não leio, pronto. E portanto pouco me importa o que diz Querido.
Tudo isto para manifestar a minha total fidelidade a esse blasfémias portista e quase que absolutamente PSD/CDSPP, sem contudo esclarecer que me afasto qualquer coisa daquilo que afirma o Raf e que está excelentemente parodiado aqui e aqui.
quinta-feira, 29 de setembro de 2005
arte merda

A história conta-se assim: durante a tarde de ontem um senhor holandês que veio revolucionar o futebol em Portugal (bem precisado está) convida todos os portistas para um grande espectáculo de futebol, capaz de encher estádios, cheio de golos, em suma, futebol total que iria ter lugar no final da tarde, ali nos baixios da alameda das antas. Já no final do dia, por volta das oito horas e vinte e cinco minutos era o delírio, os olés, os golos, a festa. Minutos depois vieram uns gajos vestidos de verde, quais gnomos gigantes e mal apresentados, e foderam aquela merda toda. Arte de merda.
terça-feira, 27 de setembro de 2005
frustração
É o que sente um benfiquista ao ver esfumada a melhor oportunidade de derrotar o poderoso Manchester United em Old Traford. E tudo por causa dessa velha mania de se ir buscar treinadores de nome ao estrangeiro. Ninguém de bom senso pode justificar este treinador. Como foi possível? Fazer o empate, encostar o adversário às cordas e recuar, encolher-se. Retirar o centro-avante e colocar mais um perneta defensivo a estorvar o que ainda lá estava. Ter karagounis no banco e não o utilizar. Ter Geovani no banco e persistir no Beto, o carapinha, na direita a engonhar, a falhar, a empastelar.
Já sei que estou zangado mas também é certo que já ando a criticar este senhor holandês, Ronald Koeman, há algum tempo. Já em Penafiel o hilariante loiro burro deixou-se encostar às cordas pelo Penafiel, apesar de estar a ganhar por dois a zero. Valeu-nos a inspiração de Nuno Gomes.
Conclusão: fodido mas não convencido. Derrotado mas consciente de que o Benfica tem uma grande equipa, apesar de ter um pobre treinador.
Já sei que estou zangado mas também é certo que já ando a criticar este senhor holandês, Ronald Koeman, há algum tempo. Já em Penafiel o hilariante loiro burro deixou-se encostar às cordas pelo Penafiel, apesar de estar a ganhar por dois a zero. Valeu-nos a inspiração de Nuno Gomes.
Conclusão: fodido mas não convencido. Derrotado mas consciente de que o Benfica tem uma grande equipa, apesar de ter um pobre treinador.
segunda-feira, 26 de setembro de 2005
sábado, 24 de setembro de 2005
Caro colega timshel,
Eu juro que hoje, ao início da tarde, tinha dado conta desse tal post que os cínicos (disse o colega muito bem) propagandearam por esta blogosfera fora. Eu juro que de imediato fiz um post apontando uma série de equívocos sobre essa coisa tecnocrata e “de gabinete” que é o simples facto de se apontar o dedo ao “caciquismo”, aos vícios do “poder local” e outras couves desta horta infestada de gás metano. Ninguém pode imaginar a minha frustração pelo facto de o meu pobre computador se ter desligado, mesmo antes de eu ter gravado o famigerado texto. Fiquei frustrado e abandonei a máquina, deixando-a para os meus filhos. Que navegassem no Cartoon Network, que jogassem o Age of Empires e os Sim´s. Eu estava farto.
No final do dia e de regresso a casa ainda pensei: “ por um lado foi bom que o post se tivesse perdido. Afinal ias zurzir naquela malta, nos intelectualmente auto-proclamados intelectuais, ias fazer mais uma vez o papel de gajo azedo e do contra. Ainda bem que não publicaste o post de merda. Seria chover no molhado, bem sabes” .
Ao visitar o seu blog, caro colega, percebi que não sou o único a indignar-me com semelhante corja que por aqui abunda. Gajos e gajas armados de “chanel” e “mont blancs” convencidos que são o oráculo. Pudessem eles perceber que a história deste país é feita de sarro nos colarinhos e de olhares cansados pela luz ofuscante que eles, os fariseus, irradiam, pudessem estes gajos entender a canção do escorpião e talvez se calassem um pouco.País de labregos, este.
Eu juro que hoje, ao início da tarde, tinha dado conta desse tal post que os cínicos (disse o colega muito bem) propagandearam por esta blogosfera fora. Eu juro que de imediato fiz um post apontando uma série de equívocos sobre essa coisa tecnocrata e “de gabinete” que é o simples facto de se apontar o dedo ao “caciquismo”, aos vícios do “poder local” e outras couves desta horta infestada de gás metano. Ninguém pode imaginar a minha frustração pelo facto de o meu pobre computador se ter desligado, mesmo antes de eu ter gravado o famigerado texto. Fiquei frustrado e abandonei a máquina, deixando-a para os meus filhos. Que navegassem no Cartoon Network, que jogassem o Age of Empires e os Sim´s. Eu estava farto.
No final do dia e de regresso a casa ainda pensei: “ por um lado foi bom que o post se tivesse perdido. Afinal ias zurzir naquela malta, nos intelectualmente auto-proclamados intelectuais, ias fazer mais uma vez o papel de gajo azedo e do contra. Ainda bem que não publicaste o post de merda. Seria chover no molhado, bem sabes” .
Ao visitar o seu blog, caro colega, percebi que não sou o único a indignar-me com semelhante corja que por aqui abunda. Gajos e gajas armados de “chanel” e “mont blancs” convencidos que são o oráculo. Pudessem eles perceber que a história deste país é feita de sarro nos colarinhos e de olhares cansados pela luz ofuscante que eles, os fariseus, irradiam, pudessem estes gajos entender a canção do escorpião e talvez se calassem um pouco.País de labregos, este.
sexta-feira, 23 de setembro de 2005
Santana Lopes vai receber reforma superior a 3000 euros a partir de Outubro
Por isso é que nunca vi os políticos a fazerem manifs por via dos cortes orçamentais das suas carreiras. Eles é que decidem esta treta toda, eles é que votam a mama...
Por isso é que nunca vi os políticos a fazerem manifs por via dos cortes orçamentais das suas carreiras. Eles é que decidem esta treta toda, eles é que votam a mama...
quinta-feira, 22 de setembro de 2005

"se o presente caso se passasse em Lisboa, tudo seria diferente"
De lamentar a suspensão de toda a produção da Seiva Trupe. Uma companhia pouco mais nova do que eu e que muito me ensinou a gostar de teatro. "Um cálice do Porto", "Uma família do Porto" e há bem pouco tempo "Amadeus", foram algumas das encenações que eu vi com gosto, de entre outras produções mais ligeiras. E é pena porque aquilo não é mais do que política, burocracia, menoridade intelectual das autoridades culturais deste país. Amem laférias e amálias senhores que o show, esse, must go on.
Foi através da Maria (um beijo) que descobri este cantinho. Parece-me muito interessante o que por lá se escreve. Gaiense como eu, a autora tem assunto, embora receie bem que aquilo comece a ser um autêntico blog de gajos, passo a franqueza.
Francisco José Viegas continua a deliciar-me com as suas crónicas de quinta-feira no JN, um jornal cada vez mais airoso e despretensioso. Hoje aborda os reality shows, os gayzolas e quejandos. Dá realmente a ideia que somos todos grunhos, porque os tipos querem comer-nos por camelos, reeducando-nos à força da estupidez. Sou contra, embora ache que não seja necessário alinhar em manifestos contra a rapaziada mas, enfim, as palhaçadas são o que são e têm o valor que têm. Por mim dispenso semelhantes trupes mas tenho bagagem suficiente para ouvir um ou dois comentários sobre esses lixos, quando estou entre amigos.
Francisco José Viegas continua a deliciar-me com as suas crónicas de quinta-feira no JN, um jornal cada vez mais airoso e despretensioso. Hoje aborda os reality shows, os gayzolas e quejandos. Dá realmente a ideia que somos todos grunhos, porque os tipos querem comer-nos por camelos, reeducando-nos à força da estupidez. Sou contra, embora ache que não seja necessário alinhar em manifestos contra a rapaziada mas, enfim, as palhaçadas são o que são e têm o valor que têm. Por mim dispenso semelhantes trupes mas tenho bagagem suficiente para ouvir um ou dois comentários sobre esses lixos, quando estou entre amigos.
Ontem à tarde deu-me para ir beber cerveja para a Ribeira. Eu e dois amigos descemos Soares dos Reis e trocámos apostas e evidências de como era bem mais fácil ir ao Porto a partir de Gaia há 15 anos atrás. Entrei na Invicta pelo tabuleiro inferior da Ponte Luis I (nós por cá dizemos simplesmente “ponte de baixo”) e estacionei o carro no parque junto à alfândega. Depois a praça estava alegre e colorida mas nós preferimos um tasco ao cimo das escadas onde nos serviram super bock gelada, que eu fiz que se acompanhasse por uns deliciosos tremoços com azeitonas que comprei naquela loja frente ao rio, que agora tem como vizinhas outras lojas de vinhos do porto e sucedâneos.Lá em cima falávamos de tudo um pouco enquanto bebíamos e olhávamos o rio e as pontes, a velha e a nova que mais parece um clone rasca da ponte da Arrábida, enfim, uma utilidade inestética que obrigará que todos os fotógrafos passem a fotografar o rio sempre virados para poente e por detrás da velha ponte D. Luís (cá chamamos-lhe assim também).
A tarde ia passando e a malta, bebida, tecia odes prenhes de amor eterno àquele cenário único. Eu jurei amores à Ribeira e confessei que quando estava em Norwich me punha a olhar o pôr-do-sol orientando o meu pensamento para a maravilhosa imagem do Porto antigo vista de Gaia. A Ribeira é muito elogiada, e quase ninguém diz senão bem dela. Eu tomo-a por minha porque nela vigora a alma portuense, verdadeiramente plural e descontraída. Como descontraídas são as tardes de Setembro a beber cerveja numa tasca, na Ribeira.
quarta-feira, 21 de setembro de 2005
a ver se dá
Vais montar um café na esquina? Eu vou montar uma linha de Metro.
É o que mais parece esta coisa do Metro, a sua génese, o que preside à sua construção. Ontem leu-se no JN que a linha amarela já representa um terço dos ocupantes do Metro do Porto. Mas isso foi uma descoberta por tentativa e erro ou já não sabíamos todos que Gaia representa um terço do fluxo de pessoas para a Invicta? Será que alguém pensou: vamos agora estender umas carruagens até Jaca ou Balteiro e pode ser que apareça gente. Ou então fazemos uns buracos até ao Olival e pelo menos os jogadores do Porto deixam de chegar atrasados aos treinos.
Toda a gente sabe que Gaia é o concelho que mais ficou a perder com o traçado do metro, e mais, toda a gente sabe também que a linha amarela, no que toca a Gaia é só para turista comprar vinho do porto na Real Vinícola. Por isso Gaia está fodida e parece que está contente. Gaia sempre foi assim: fodida pelo Porto mas sempre de cara alegre, para não comer mais no focinho.
É o que mais parece esta coisa do Metro, a sua génese, o que preside à sua construção. Ontem leu-se no JN que a linha amarela já representa um terço dos ocupantes do Metro do Porto. Mas isso foi uma descoberta por tentativa e erro ou já não sabíamos todos que Gaia representa um terço do fluxo de pessoas para a Invicta? Será que alguém pensou: vamos agora estender umas carruagens até Jaca ou Balteiro e pode ser que apareça gente. Ou então fazemos uns buracos até ao Olival e pelo menos os jogadores do Porto deixam de chegar atrasados aos treinos.
Toda a gente sabe que Gaia é o concelho que mais ficou a perder com o traçado do metro, e mais, toda a gente sabe também que a linha amarela, no que toca a Gaia é só para turista comprar vinho do porto na Real Vinícola. Por isso Gaia está fodida e parece que está contente. Gaia sempre foi assim: fodida pelo Porto mas sempre de cara alegre, para não comer mais no focinho.
masculino singular
Neste momento a minha mulher está ali na sala a ver as “donas de casa desesperadas” que, para quem não sabe, é uma série muito falada nos quadrantes liliputianos da blogosfera beta (e parece que é uma boa série, diga-se), e não lhe passa pela cabeça que eu me estou a sentir um dono de casa desesperado.
terça-feira, 20 de setembro de 2005
Se querem saber eu digo-vos sem a mínima espécie de interesse que não o de dizer por dizer. Fui tomar café e apanhei com um professor do colégio dos Carvalhos que se lembrou, há uns dias para cá, de me abordar.
Se calhar, por vestir uma camisola branca a dizer Brasil e que me fora oferecida pela minha cunhada brasileira, e de usar umas calças “levis” muito coçadas, compradas há mais de dois anos em saldo na feira de Cerveira, o gajo deve pensar que eu devo ser um burguesito de merda, que até esteve de fárias no Brasil, daqueles que lêem Sepúlveda por acharem que fazem parte da elite intelectual que abomina o sexo anal e toma banhos de perfumes caros comprados na Sephorá. Deve pensar que eu, usando uns óculos muito discretos e lendo diariamente três ou quatro jornais (incluindo os desportivos), sou um género de tipo a quem se pode desabafar um ou dois pecados neo-liberais, daqueles que fazem as delicias do blasfémias e quejandos, dizendo-se mal de Lisboa e apelando-se a uma nova politica de regeneração da área metropolitana do Porto mas nunca apresentando soluções ou sequer uma única linha alternativa. E falava das suas histórias da tropa porque um professor de meia-idade, do Norte, tem sempre histórias lindíssimas dos tempos em que fora cadete em Lisboa ou aspirante em Mafra. E zurziu em toda a classe politica do Norte como se estivesse à espera da minha aprovação.
Com bonomia e alguma educação judaico-cristã, eu deitava-lhe um olho, porquanto o outro procurava “o que diz Peseiro” que é um tema muito mais interessante como devem facilmente imaginar.
Estive quase, todavia, para perder a paciência e manda-lo pentear macacos, e corrigir-lhe os preconceitos de assalariado médio a viver numa urbe como é o caso da área metropolitana do Porto. E porque se não tem metro, há que fazer um, se tem um está tudo mal, se o Porto trabalha muito há que de rei que nunca por nunca deveria ser a zona do país onde há mais desemprego e o raio que o parta e eu ali à espera de ler os meus jornais ao preço de um simples café, e já ia em três cigarros e, de repente o gajo levanta-se, arruma as cenas dele e diz-me bom dia, saindo. Tinha de ir dar aulas para o colégio, o desgraçado. Pobres alunos os dele, e os pais dos alunos que pagam balúrdios para meterem os filhotes defronte a semelhante bota quadrada.
Mas que querem, eu sou um tipo meio assim, uns dizem que sou estalinista outros chamam-me pamonha e outras adoram-me, sendo que estas ultimas são cada vez menos, mas que se lixe porque eu tenho quase quarenta anos e ainda tenho alguma pachorra para levar com gajos que me confundem com a espécie deles.
Se calhar, por vestir uma camisola branca a dizer Brasil e que me fora oferecida pela minha cunhada brasileira, e de usar umas calças “levis” muito coçadas, compradas há mais de dois anos em saldo na feira de Cerveira, o gajo deve pensar que eu devo ser um burguesito de merda, que até esteve de fárias no Brasil, daqueles que lêem Sepúlveda por acharem que fazem parte da elite intelectual que abomina o sexo anal e toma banhos de perfumes caros comprados na Sephorá. Deve pensar que eu, usando uns óculos muito discretos e lendo diariamente três ou quatro jornais (incluindo os desportivos), sou um género de tipo a quem se pode desabafar um ou dois pecados neo-liberais, daqueles que fazem as delicias do blasfémias e quejandos, dizendo-se mal de Lisboa e apelando-se a uma nova politica de regeneração da área metropolitana do Porto mas nunca apresentando soluções ou sequer uma única linha alternativa. E falava das suas histórias da tropa porque um professor de meia-idade, do Norte, tem sempre histórias lindíssimas dos tempos em que fora cadete em Lisboa ou aspirante em Mafra. E zurziu em toda a classe politica do Norte como se estivesse à espera da minha aprovação.
Com bonomia e alguma educação judaico-cristã, eu deitava-lhe um olho, porquanto o outro procurava “o que diz Peseiro” que é um tema muito mais interessante como devem facilmente imaginar.
Estive quase, todavia, para perder a paciência e manda-lo pentear macacos, e corrigir-lhe os preconceitos de assalariado médio a viver numa urbe como é o caso da área metropolitana do Porto. E porque se não tem metro, há que fazer um, se tem um está tudo mal, se o Porto trabalha muito há que de rei que nunca por nunca deveria ser a zona do país onde há mais desemprego e o raio que o parta e eu ali à espera de ler os meus jornais ao preço de um simples café, e já ia em três cigarros e, de repente o gajo levanta-se, arruma as cenas dele e diz-me bom dia, saindo. Tinha de ir dar aulas para o colégio, o desgraçado. Pobres alunos os dele, e os pais dos alunos que pagam balúrdios para meterem os filhotes defronte a semelhante bota quadrada.
Mas que querem, eu sou um tipo meio assim, uns dizem que sou estalinista outros chamam-me pamonha e outras adoram-me, sendo que estas ultimas são cada vez menos, mas que se lixe porque eu tenho quase quarenta anos e ainda tenho alguma pachorra para levar com gajos que me confundem com a espécie deles.
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