Eu tive a felicidade de ver Neil Young ao vivo no Vilar de Mouros. E que prazer. Jonathan Demme realizou esta preciosidade que eu espero venha rapidamente para as salas portuguesas ou, melhor ainda, seja editada quanto antes em DVD.
quinta-feira, 30 de março de 2006
e porque (depois de) amanhã é sábado
Eu tive a felicidade de ver Neil Young ao vivo no Vilar de Mouros. E que prazer. Jonathan Demme realizou esta preciosidade que eu espero venha rapidamente para as salas portuguesas ou, melhor ainda, seja editada quanto antes em DVD.
e você? tem vergonha de ter lido Margarida Rebelo Pinto? (ll)
A dita escritora vende muito e ainda bem. Assim há mais gente a ler porque nós sabemos que em Portugal certos críticos estratosféricos avaliam o índice de leitura em Portugal através das vendas de James Joyce e pouco mais e por isso insistem em dizer que em Portugal não se lê. E sabemos bem que os livros do Harry Potter, para os mais novos, e os livros do Dan Brown, para os menos novos (que os seniores continuam a ler clássicos e outras descobertas menos ortodoxas), contribuíram e muito para que se leia mais em Portugal, e no mundo também. Mas eu não queria comparar a nossa Margarida a essas duas criaturas da literatura internacional. Cada coisa no seu devido lugar. Acontece que há muita gente que, por de entre as revistas de coração e as telenovelas, finalmente pegou num livro, leu um romance, se calhar admiravelmente lido em tempo record, o que não é mau, atendendo ao “tempo psicológico” que é o tempo mais difícil de suportar a um não-leitor quando pega num livro.
Nada de teses em defesa disto ou daquilo, senão, “apenas e tão só" (adoro citar o meu vereador favorito) apontar o dedo em sinal de aprovação para quem possa contribuir para o aumento de livros lidos em Portugal.
Nada de teses em defesa disto ou daquilo, senão, “apenas e tão só" (adoro citar o meu vereador favorito) apontar o dedo em sinal de aprovação para quem possa contribuir para o aumento de livros lidos em Portugal.
e você? tem vergonha de ter lido Margarida Rebelo Pinto? (ll)
Eu não sei se me devia meter nisto, mas acontece que eu nunca li absolutamente nada de Margarida Rebelo Pinto e tenho até um preconceito no que respeita à literatura pop se descontar um ou dois livros de autores ingleses, que esses têm uns textos com um humor irresistivelmente atraente, e, portanto, sou insuspeito no que poderá, com as minhas palavras, abonar em favor da popular escritora portuguesa. Bom, se por um lado acho muito estranho e, de impulso, reprovável, que MRP tente por todos os meios evitar a publicação de um livro crítico sobre a sua obra, por outro acho de um bestial parasitismo alguém se ter atrevido em fazer sair à estampa semelhante coisa. Um livro? Um ensaio sobre uma escritora light com meia dúzia de livrinhos publicados? Porquê? Porque ela vendeu muitos livros, eis o porquê. E é neste ponto que eu não digo que um crítico literário destes seja um boi. Para mim, é um piolho. Trata-se de um piolho porque o piolho aloja-se em cabeça espessa, quente e bem irrigada, e faz dela sua esplanada sem olhar a mais nada. Desde que dê, o piolho vai lá. Mamar, é só o que o piolho faz.
Voltando à escritora-de-quem-eu-não-gosto devo dizer-vos que até passei a gostar um nico mais da moça, apenas por sugestão. A mesma sugestão, só que inversa, que me leva a detestar lampreia.
Voltando à escritora-de-quem-eu-não-gosto devo dizer-vos que até passei a gostar um nico mais da moça, apenas por sugestão. A mesma sugestão, só que inversa, que me leva a detestar lampreia.
quarta-feira, 29 de março de 2006
ironias
Por sermos o país que somos as mulheres portuguesas, grande parte delas oriundas dos grandes centros urbanos, que é como quem diz do litoral, há muito que vão a Espanha abortar. Por insistirmos em ser o país que somos as mulheres do interior vão passar a ir a Espanha...parir.
Entretanto os espanhóis vêm a Portugal pinar. Complicado?
Entretanto os espanhóis vêm a Portugal pinar. Complicado?
emigração, uma questão hipocritamente silenciada
Vem o ministro dos negócios estrangeiros sugerir que as famílias não devem encorajar os seus a emigrar. Porquê? Porque um país moderno e realmente capaz decidiu deitar os olhos na balbúrdia dos clandestinos, e cortou rente. Mandou que os pobres coitados regressassem ao país de origem. Mas os negócios continuam, os angariadores abundam e as misérias, senhor ministro, as misérias de cada um de nós não se alimentam com manuais de legislação e convenções inter-governamentais. As misérias dão nisto: na exploração vil de quem tem o sonho de uma vida melhor.
Um dia destes teremos uma crise com proporções muito maiores do que a crise canadiana. Em Espanha, milhares de portugueses trabalham em condições pouco melhores do que a clandestinidade. Mais tarde ou mais cedo os espanhóis vão perceber que alguém lhes está a comer o pão e vão acabar por se auto-encorajar a escorraçar os pobres vizinhos. Haja coragem para ver o que ninguém quer ver. Antes que seja tarde.
Um dia destes teremos uma crise com proporções muito maiores do que a crise canadiana. Em Espanha, milhares de portugueses trabalham em condições pouco melhores do que a clandestinidade. Mais tarde ou mais cedo os espanhóis vão perceber que alguém lhes está a comer o pão e vão acabar por se auto-encorajar a escorraçar os pobres vizinhos. Haja coragem para ver o que ninguém quer ver. Antes que seja tarde.
Benfica-Barcelona
O prazer sublime de sentir a angústia aos portistas e sportinguistas sempre que o Barcelona falhava um "golo certo".
segunda-feira, 27 de março de 2006
domingo, 26 de março de 2006
ora diga lá
sábado, 25 de março de 2006
post feito em cima do joelho mas com muitas ganas
Nos últimos dias temos recebido notícias sobre situações de escravatura com Portugueses que trabalham em Espanha. Obviamente que, sendo grave o que se passa com esses pobres cidadãos explorados por outros cidadãos, aliás, muito grave, estamos perante um caso isolado de violentação dos direitos fundamentais das pessoas, um caso de exploração gritante das incapacidades e dos desvios sociais que estão na origem da mobilização daquelas pessoas e consequente entrega a uma condição sub-humana que a todos empresta um enorme sentimento de indignação.
Sim senhor, o caso é grave e carece de intervenção rápida e eficiente das entidades consulares e outras. Mas também muito grave e talvez muito mais escandalosamente camuflado pelos interesses das máfias instaladas (tanto em Portugal como em Espanha) é a situação laboral de milhares de portugueses que de quando em vez até vão morrendo por estradas da ibéria ou mesmo nas obras. Aí é o teatro da morte que invade as nossas casas, é a “mise en cène” das televisões e todo o aparato próprio de um episódio que não deveria ter acontecido para bem das receitas de alguns. Para depois voltar a normalidade, a "fiesta".
É que os meus queridos leitores e até alguns historiadores ( a quem eu solicito um comentário público sobre esta matéria) deveriam estar mais atentos a este fenómeno. Por acaso sabem que há portugueses a trabalhar em Palma de Maiorca, (deixem-me ser concreto por uma vez, que eu disponho de muita e boa informação), em condições extremamente precárias? Fazem um turno laboral nas obras públicas da rede ferroviária local, ao qual dão o nome de “dia-noite-dia”. Percebem isto? Entram às 7 da manha de determinado dia e só arreiam às oito da tarde do outro dia. E quando alguém tem um acidente grave não há hospital que lhe pegue por falta de “papéis” e até aconteceu que um jovem ficou sem dedos de uma mão ao manusear uma rebarbadora e teve de ser tratado numa clínica particular a expensas do “dono da obra” para evitar o escândalo, e que os portugueses devem a restaurantes locais elevadas quantias por falta de verbas para pagar as despesas de alimentação. Evidentemente que aqui não há o espectro da escravatura porque eles aceitam estes horários e estas condições (ou quase). O problema é que estamos perante uma situação que acontece num país da União Europeia (Espanha) e que tem um enquadramento legal em matéria de horários laborais e em matéria de segurança e higiene no trabalho. Ora esse país está a ser conivente com uma situação de carácter excepcional que se replica em quase 30 mil trabalhadores portugueses que povoam tudo o que é obra pública espanhola. Alguém se preocupa com isso? há fiscalização? São cidadãos portugueses, por acaso também eles membros da União Europeia, e, como tal, merecedores de todos os direitos e deveres perante as leis de ambos os estados soberanos.
O problema, queridos leitores, é que as obras vão sendo feitas numa escala de interesses mais ou menos assim: dono da obra, um ex-politico influente, um empreiteiro, um subempreiteiro, um sub-sub-empreiteiro, e a carne-para-canhão (neste caso portugueses e luso-africanos e alguns ucranianos com visto português). Ora aqui gravita muito dinheiro. Milhares de euros provenientes das ajudas comunitárias. Mas quem morre, quem sofre, são sempre os mesmos. E quem ganha milhões de Euros são também sempre os mesmos, os do topo da pirámide.
Pergunto: há alguém que possa ler isto e esteja realmente disposto a fazer alguma coisa?
Isto é uma denuncia pública, não é apenas um mero texto de blog. Há muita gente a viver à custa disto. Empresários montados em BMWs, os tais angariadores de mão-de-obra, que enriquecem graças a esta actividade completamente ilícita, se bem que com contornos muito próximos da legalidade.
Há fiscalização? Há autoridades ibéricas capazes de parar isto? Há sim senhor. O que não há é honestidade politica para que seja feita justiça. O que falta é a capacidade de não se encolher os ombros perante tamanhas atrocidades.
Todos comem, ninguém é escravo, mas estamos na presença de uma das maiores fraudes do Sec. XXI.
Voltarei a este tema se deus me der vida e saúde.
Sim senhor, o caso é grave e carece de intervenção rápida e eficiente das entidades consulares e outras. Mas também muito grave e talvez muito mais escandalosamente camuflado pelos interesses das máfias instaladas (tanto em Portugal como em Espanha) é a situação laboral de milhares de portugueses que de quando em vez até vão morrendo por estradas da ibéria ou mesmo nas obras. Aí é o teatro da morte que invade as nossas casas, é a “mise en cène” das televisões e todo o aparato próprio de um episódio que não deveria ter acontecido para bem das receitas de alguns. Para depois voltar a normalidade, a "fiesta".
É que os meus queridos leitores e até alguns historiadores ( a quem eu solicito um comentário público sobre esta matéria) deveriam estar mais atentos a este fenómeno. Por acaso sabem que há portugueses a trabalhar em Palma de Maiorca, (deixem-me ser concreto por uma vez, que eu disponho de muita e boa informação), em condições extremamente precárias? Fazem um turno laboral nas obras públicas da rede ferroviária local, ao qual dão o nome de “dia-noite-dia”. Percebem isto? Entram às 7 da manha de determinado dia e só arreiam às oito da tarde do outro dia. E quando alguém tem um acidente grave não há hospital que lhe pegue por falta de “papéis” e até aconteceu que um jovem ficou sem dedos de uma mão ao manusear uma rebarbadora e teve de ser tratado numa clínica particular a expensas do “dono da obra” para evitar o escândalo, e que os portugueses devem a restaurantes locais elevadas quantias por falta de verbas para pagar as despesas de alimentação. Evidentemente que aqui não há o espectro da escravatura porque eles aceitam estes horários e estas condições (ou quase). O problema é que estamos perante uma situação que acontece num país da União Europeia (Espanha) e que tem um enquadramento legal em matéria de horários laborais e em matéria de segurança e higiene no trabalho. Ora esse país está a ser conivente com uma situação de carácter excepcional que se replica em quase 30 mil trabalhadores portugueses que povoam tudo o que é obra pública espanhola. Alguém se preocupa com isso? há fiscalização? São cidadãos portugueses, por acaso também eles membros da União Europeia, e, como tal, merecedores de todos os direitos e deveres perante as leis de ambos os estados soberanos.
O problema, queridos leitores, é que as obras vão sendo feitas numa escala de interesses mais ou menos assim: dono da obra, um ex-politico influente, um empreiteiro, um subempreiteiro, um sub-sub-empreiteiro, e a carne-para-canhão (neste caso portugueses e luso-africanos e alguns ucranianos com visto português). Ora aqui gravita muito dinheiro. Milhares de euros provenientes das ajudas comunitárias. Mas quem morre, quem sofre, são sempre os mesmos. E quem ganha milhões de Euros são também sempre os mesmos, os do topo da pirámide.
Pergunto: há alguém que possa ler isto e esteja realmente disposto a fazer alguma coisa?
Isto é uma denuncia pública, não é apenas um mero texto de blog. Há muita gente a viver à custa disto. Empresários montados em BMWs, os tais angariadores de mão-de-obra, que enriquecem graças a esta actividade completamente ilícita, se bem que com contornos muito próximos da legalidade.
Há fiscalização? Há autoridades ibéricas capazes de parar isto? Há sim senhor. O que não há é honestidade politica para que seja feita justiça. O que falta é a capacidade de não se encolher os ombros perante tamanhas atrocidades.
Todos comem, ninguém é escravo, mas estamos na presença de uma das maiores fraudes do Sec. XXI.
Voltarei a este tema se deus me der vida e saúde.
sexta-feira, 24 de março de 2006
carro por carro
quinta-feira, 23 de março de 2006
verdadeiro elo
E agora, mudando a página para assuntos realmente sérios e preocupantes, tenho uma coisa a partilhar com os meus queridos leitores e que me foi dita agora mesmo ao jantar pela Catarina, a minha mais velha que estuda na escola Secundária de Carvalhos, aqui em Gaia. Ela contou-nos ao jantar que a escola dela recebeu uma circular da vizinha Escola Secundária Almeida Garrett. Pedia ajuda para um aluno que padece de um mal realmente mau, que estas merdas dos futebóis e das politicas não têm comparação possível com males destes. O miúdo tem um tumor que só pode ser removido nos Estados Unidos, que lá é que estão os bons meios (ia dizer médicos mas isso não é assim tão líquido). E tem de ser já neste mês, senão pode ser tarde de mais. E pede ajuda, a circular. Os pais não têm dinheiro, é o que é, e pedem ajuda. Dinheiro. E constou-se que uma professora foi ontem ao Dragão e falou com os jogadores e eles ajudam. E nós? Será que nós somos capazes de ajudar? Acho que sim, carago. Eu, que sou um teso do caraças, e tenho filhos e contas a pagar vou ajudar. Você também pode ajudar. E não pense que é tanga, que eu estou a transmitir isto pela voz da minha Catarina que é um tesouro de menina.
Vá a esta página e verifique os contactos no rodapé, telefone para lá e pergunte. Mobilize-se e faça girar o mundo. Ajude um miúdo que não conhece e que tem um problema grave. Não é um comício, nem uma manif nem uma quermesse. É ajudar mesmo! Conto consigo?
agradecer ao Origem das Espécies, ao Tugir, ao Proximidades, ao Azimutes, ao Chez Maria , ao besugo, ao Dragão e ao Timshel pela divulgação.
Vá a esta página e verifique os contactos no rodapé, telefone para lá e pergunte. Mobilize-se e faça girar o mundo. Ajude um miúdo que não conhece e que tem um problema grave. Não é um comício, nem uma manif nem uma quermesse. É ajudar mesmo! Conto consigo?
agradecer ao Origem das Espécies, ao Tugir, ao Proximidades, ao Azimutes, ao Chez Maria , ao besugo, ao Dragão e ao Timshel pela divulgação.
humpf
Não me fôdas pá, tu vais gozar comigo sempre que o Benfica perca? E não é isso que tens feito este tempo todo? Aliás, o teu gozo começa sempre bem antes da putativa derrota do glorioso. Já foste do Villareal, do Manchester United, já te arvoraste em “Beatle Unlimited Release”. Provavelmente glosaste com a eliminação do Benfica face ao Vitória de Guimarães, com um golo marcado com a mão. Fizeste, de certeza que fizeste, vista grossa aos roubos de que o Benfica tem sido vítima nos últimos tempos. Ignoraste o golo do Leiria ao Sporting magnanimemente defendido pelo Ricardo dentro da baliza, aliás, de costas coladas à rede do fundo da baliza, que o rapaz é um “Increadible”. Pavoneaste-te sempre contra tudo o que tem sido desgraça dos vermelhos e agora achas que somos todos uns merdas? Não me fodas ,jpt, que eu não te tenho na conta dos Orlandos e dos CAAs e dos Viegas e doutros que tais que cagam loas ao Porto nas vitórias e escapam que nem lontras assustadas quando a miséria do clube deles sai derrotado. Tu não me fôdas, que isso deixa-me mesmo fodido. Tu vê lá o besugo, olha-me bem para aquele homem. Derrotado mas certamente não conformado. Perdeu e deixou-se dominar pelos sentimentos de um cavalheiro. Não que a lolita mereça outra coisa. Apenas porque ele é um cavalheiro da bola.
Olha-me bem para ti, rapaz. Para a tua figura de urso mal representada. Tu não és urso, que eu a esses cheiro-os à distância. Eu gosto de ti pá, e acredita que eu detesto ver-te assim. Mas tu sabias bem, ou tinhas obrigação de saber, que os filhos da puta dos dirigentes deste futebol, aqueles que realmente comandam esta merda toda, quando querem ganhar, quando determinam que é imperativo ganhar, para disfarçar a merda, para calar os percevejos, para enterrar os camafeus, eles ganham e ponto final.
Pensas que o árbitro é um ladrão? Pensas mal. Ele é um pobre diabo cheio de medo, no meio da fogueira. Ele está mais aborrecido do que nós todos. Por isso, amigo, (tenho-te como amigo e só chamo amigo aos amigos porque os outros amigos são as putas) não dês o flanco. Fode-os bem fodidos.
Olha-me bem para ti, rapaz. Para a tua figura de urso mal representada. Tu não és urso, que eu a esses cheiro-os à distância. Eu gosto de ti pá, e acredita que eu detesto ver-te assim. Mas tu sabias bem, ou tinhas obrigação de saber, que os filhos da puta dos dirigentes deste futebol, aqueles que realmente comandam esta merda toda, quando querem ganhar, quando determinam que é imperativo ganhar, para disfarçar a merda, para calar os percevejos, para enterrar os camafeus, eles ganham e ponto final.
Pensas que o árbitro é um ladrão? Pensas mal. Ele é um pobre diabo cheio de medo, no meio da fogueira. Ele está mais aborrecido do que nós todos. Por isso, amigo, (tenho-te como amigo e só chamo amigo aos amigos porque os outros amigos são as putas) não dês o flanco. Fode-os bem fodidos.
só não vê quem burro é
"With his neat control, determination and positional awareness, the Benfica midfielder Manuel Fernandes is aiming to secure a place in Portugal's FIFA World Cup™ squad this summer" Isto, e muito mais, está escrito aqui. Falta saber se o senhor Scolari, treinador da nossa selecção, o vai levar à Alemanha. Cá para mim, não vai, não senhor. Prefere outras escolhas, está bom de ver. E ainda bem que o homem vai embora no final do Mundial. Caso contrário, por certo a equipa inicial do próximo Europeu de Futebol seria a mesma equipa da final do Euro 2004.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

