domingo, 30 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Há pois a "gripe A"! Com o regresso às aulas fala-se já em medidas a adoptar nas escolas. Dinheiros e planos esdrúxulos para combater a putativa pandemia que os dignos arautos do ministério da educação adivinham. Como pai, fico-me na expectativa. Como encarregado de educacão sugiro que os directores das escolas comecem pelo mais simples: mandar que sejam escrupulosamente carregadas as vazias saboneteiras das casas-de-banho das escolas. Um acto de gestão simples e que infelizmente tem sido ignorado, mesmo sob o ponto de vista banal da higiene básica que as escolas quase nunca cumprem.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
desenganem-se. o S. João do Porto não tem nada a ver com Rui Reininho a cantar na casa da música. o S. João de ontem foi muito mais aquele concerto de Marante, um cantor que não faz parte dos lóbis ligados ao poder e que vivem da imposição das suas canções nas rádios nacionais. Marante canta nas rádios locais e não foi à casa da música. antes esteve em grqande estilo, e pela noite dentro, no palco montado pelo Guindalense Futebol Clube, onde fez dançar os casais de mil bailes sãojoaninos nas pontas dos pés. No cimo daquelas escadas, que eu subi a custo, ali mesmo na rua Actor Dias, Marante foi mais S. João. Reininho por ventura foi anunciado e proclamado. Marante foi autêntico. Não passa na rádio nacional nem consta da minha lista de mp3. Mas no S. João do Porto ele foi capaz de me fazer dançar.
terça-feira, 23 de junho de 2009
estafado, corria os pensamentos e deixava-se estacionar no apeadeiro das memórias. lembrou-se das noites de s joão. dos mitos. dos carroceis e da ponte luis I a abanar de gente. um sem fim de gente. e dos bailes espalhados pelos cantos. e das horas imensas a caminhar para nenhures, subindo St. antónio, calcando o palácio e adormecendo enfim, nas areias do molhe. sabia-se grande mesmo ali, de jeans desbotados e ténis desfeitos. não havia pressas porque a grandeza dos sonhos sãojoaninos dava-lhe tempo. e tanto tempo!
domingo, 26 de abril de 2009
momento
Bom domingo.
He could read a newspaper and sound good.
-Miles Davis, sobre João Gilberto
bossa-nova
descubra
quarta-feira, 22 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
se eu podia viver sem eles?
O futebol de alta propaganda, as temporizações dos espaços e as aberturas de linhas, a promoção do Hulk e o endeusamento de Lizandro e Lucho que jamais falham um lance, o Fernando e a ascensão do menino Cissoko para venda a curto prazo, são para mim tudo aquilo que faz a diferença e preenche a minha vida. Chamo-me Luís Freitas Lobo e sou comentador dos jogos de futebol do Porto na RTP. Se eu podia viver sem o Porto na Champions? Poder, podia mas não era a mesma coisa... Nãoooooooooo!!!!
segunda-feira, 6 de abril de 2009
conhecer tom, aprender jobim
quinta-feira, 2 de abril de 2009
terça-feira, 31 de março de 2009
em.razão.de
Por vezes dá-me para altas definições e é nesse sentido, em razão de, como diz o outro, que acho a música de Frank Zappa "Apostrophe" a melhor composição musical feita a seguir à "Nona" de Ludwig.
Apostrophe - Frank Zappa
Apostrophe - Frank Zappa
segunda-feira, 30 de março de 2009
e nós somos que tipo de heróis?
que nenhum herói, nenhuma heroína entrou naquele círculo e salvou dua khalil, que ninguém se ergueu para fulminar os seus carrascos -- e que eles vivem, vivem, viverão, terão as suas vidas normais, normalíssimas...
Não vi e não vou ver. Recusei ver este filme que está a ser divulgado no twitter (um dos poucos malefícios do twitter é precisamente apanharmos com merda como se fosse chuva tropical). Ainda bem que aqui fui, onde vi (lendo!) confirmadas as minhas suspeitas: violência gratuita, real, sofrimento a servir de entretenimento. E funciona, porque as pessoas vêem e ficam tristes e chocadas e, na verdade, logo esquecem e repassam com o mesmo entusiasmo com que repassam uma receita (mesmo assim eu prefiro as do Pingo Doce - pela qualidade da impressão também). Em suma, este mundo está fodido. Não se endireita porque cada vez somos mais a imbeciliza-lo.
Não vi e não vou ver. Recusei ver este filme que está a ser divulgado no twitter (um dos poucos malefícios do twitter é precisamente apanharmos com merda como se fosse chuva tropical). Ainda bem que aqui fui, onde vi (lendo!) confirmadas as minhas suspeitas: violência gratuita, real, sofrimento a servir de entretenimento. E funciona, porque as pessoas vêem e ficam tristes e chocadas e, na verdade, logo esquecem e repassam com o mesmo entusiasmo com que repassam uma receita (mesmo assim eu prefiro as do Pingo Doce - pela qualidade da impressão também). Em suma, este mundo está fodido. Não se endireita porque cada vez somos mais a imbeciliza-lo.
domingo, 29 de março de 2009
dilemas
Ao intervalo fui à casa de banho. Não me levem a mal, mas acendi a luz com medo de não acertar na sanita
O grande impasse da semana deu-se ontem à noite: salvar o planeta e, contudo, ver o jogo Portugal-Suécia. Podíamos salvar o planeta bastando apenas desligar as luzes de casa mas não podíamos desligar a televisão porque queríamos salvar a selecção. Um dilema moderadamente resolvido à luz da vela ou dos esbranquiçados ambientes-de-trabalho (o que é isto?). Uma frustração porque não salvámos o mundo porra nenhuma e a selecção não jogou um caralho. Não foi uma selecção justa e o mais que o treinador fez foi não fazer a barba. Também não interessa nada esta selecção composta por meia equipa de produtos de marketing do fcporto. Deveríamos ser uma selecção composta à base de jogadores sem códigos de barras. Mas pronto, como sempre e tirando o Tiago, não se salvou nada de nada. Mas podíamos ter salvo o planeta!
O grande impasse da semana deu-se ontem à noite: salvar o planeta e, contudo, ver o jogo Portugal-Suécia. Podíamos salvar o planeta bastando apenas desligar as luzes de casa mas não podíamos desligar a televisão porque queríamos salvar a selecção. Um dilema moderadamente resolvido à luz da vela ou dos esbranquiçados ambientes-de-trabalho (o que é isto?). Uma frustração porque não salvámos o mundo porra nenhuma e a selecção não jogou um caralho. Não foi uma selecção justa e o mais que o treinador fez foi não fazer a barba. Também não interessa nada esta selecção composta por meia equipa de produtos de marketing do fcporto. Deveríamos ser uma selecção composta à base de jogadores sem códigos de barras. Mas pronto, como sempre e tirando o Tiago, não se salvou nada de nada. Mas podíamos ter salvo o planeta!
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