terça-feira, 15 de setembro de 2009
Descobri aqui que, afinal, o meu Pongo não é o único cão a ser vítima do aumento da taxa de natalidade. O meu Pongo, também rafeiro, vivia uma vida de lorde na casa onde sempre viveu mesmo depois de eu sair de lá. Quem ficou "de olhar por ele" olhava mesmo por ele, isto é, dava-lha banho, carinhos e até passeava com ele pelas ruas dos Carvalhos. De repente, surge um bebé, maravilhoso aliás, e o Pongo passou a chorar todas as tardes do outro lado do pátio. No more mrs nice girl, no more mr nice guy. O pior é que o Pongo está velho, não é cão famoso e eu não pretendo dá-lo a ninguém. Foi só um desabafo.
sexta-feira, 11 de setembro de 2009
coisas de sexta
ontem esforcei-me para que o jantar cá em casa fosse a feijoada vermelha que tinha sido trazida do Outeiro domingo à noite. que não, é pesada a feijoada e é melhor fazer-se umas omeletes de qualquer coisa. não, insisti, a feijoada é melhor, apetece-me tanto! tira-a do congelador enquanto faço um arroz seco. ganhei!
deliciosa feijoada aquecida que me dá sempre a ideia de ser ainda mais saborosa! e bebi vinho e depois tomei café acompanhado por pasteis de Belém trazidos pelo Alex, acabado de chegar de Lisboa onde fora com as tias ver museus. depois, está claro, adormeci no sofá como um rei. engordo-me nestas perdições, onde não sou capaz de ter qualquer disciplina. mato-me, se calhar, mas por uma causa ímpar na história dos homens gordos. mato-me por recusar resistir a estas feijoadas quase extintas. a estas carnes gordas, morcelas, orelheiras, chispes e presuntos. e mato-me de desejo por mais.
deliciosa feijoada aquecida que me dá sempre a ideia de ser ainda mais saborosa! e bebi vinho e depois tomei café acompanhado por pasteis de Belém trazidos pelo Alex, acabado de chegar de Lisboa onde fora com as tias ver museus. depois, está claro, adormeci no sofá como um rei. engordo-me nestas perdições, onde não sou capaz de ter qualquer disciplina. mato-me, se calhar, mas por uma causa ímpar na história dos homens gordos. mato-me por recusar resistir a estas feijoadas quase extintas. a estas carnes gordas, morcelas, orelheiras, chispes e presuntos. e mato-me de desejo por mais.
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
Eu ando a entreter-me a ver os debates eleitorais nas nossas televisões, mau grado aquela mesa com ar de IP5 que me leva a imaginar uma portagem em cada moderadora. Com mais ou menos sushi, as conversas têm sido sempre as mesmas, mudando apenas o tom das gravatas. A somar, também não tenho perdido aqueles programas da Sic sobre a intimidade dos nossos principais líderes partidários. Ainda estou à espera de os ver no confessionário a nomearem o próximo a ser expulso da quinta.
domingo, 30 de agosto de 2009
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
Há pois a "gripe A"! Com o regresso às aulas fala-se já em medidas a adoptar nas escolas. Dinheiros e planos esdrúxulos para combater a putativa pandemia que os dignos arautos do ministério da educação adivinham. Como pai, fico-me na expectativa. Como encarregado de educacão sugiro que os directores das escolas comecem pelo mais simples: mandar que sejam escrupulosamente carregadas as vazias saboneteiras das casas-de-banho das escolas. Um acto de gestão simples e que infelizmente tem sido ignorado, mesmo sob o ponto de vista banal da higiene básica que as escolas quase nunca cumprem.
quarta-feira, 24 de junho de 2009
desenganem-se. o S. João do Porto não tem nada a ver com Rui Reininho a cantar na casa da música. o S. João de ontem foi muito mais aquele concerto de Marante, um cantor que não faz parte dos lóbis ligados ao poder e que vivem da imposição das suas canções nas rádios nacionais. Marante canta nas rádios locais e não foi à casa da música. antes esteve em grqande estilo, e pela noite dentro, no palco montado pelo Guindalense Futebol Clube, onde fez dançar os casais de mil bailes sãojoaninos nas pontas dos pés. No cimo daquelas escadas, que eu subi a custo, ali mesmo na rua Actor Dias, Marante foi mais S. João. Reininho por ventura foi anunciado e proclamado. Marante foi autêntico. Não passa na rádio nacional nem consta da minha lista de mp3. Mas no S. João do Porto ele foi capaz de me fazer dançar.
terça-feira, 23 de junho de 2009
estafado, corria os pensamentos e deixava-se estacionar no apeadeiro das memórias. lembrou-se das noites de s joão. dos mitos. dos carroceis e da ponte luis I a abanar de gente. um sem fim de gente. e dos bailes espalhados pelos cantos. e das horas imensas a caminhar para nenhures, subindo St. antónio, calcando o palácio e adormecendo enfim, nas areias do molhe. sabia-se grande mesmo ali, de jeans desbotados e ténis desfeitos. não havia pressas porque a grandeza dos sonhos sãojoaninos dava-lhe tempo. e tanto tempo!
domingo, 26 de abril de 2009
momento
Bom domingo.
He could read a newspaper and sound good.
-Miles Davis, sobre João Gilberto
bossa-nova
descubra
quarta-feira, 22 de abril de 2009
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
se eu podia viver sem eles?
O futebol de alta propaganda, as temporizações dos espaços e as aberturas de linhas, a promoção do Hulk e o endeusamento de Lizandro e Lucho que jamais falham um lance, o Fernando e a ascensão do menino Cissoko para venda a curto prazo, são para mim tudo aquilo que faz a diferença e preenche a minha vida. Chamo-me Luís Freitas Lobo e sou comentador dos jogos de futebol do Porto na RTP. Se eu podia viver sem o Porto na Champions? Poder, podia mas não era a mesma coisa... Nãoooooooooo!!!!
segunda-feira, 6 de abril de 2009
conhecer tom, aprender jobim
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