segunda-feira, 2 de novembro de 2009

So What

Jimmy Cobb à frente de um sexteto de estrelas abre 18º Guimarães Jazz, nos 50 anos de "Kind of Blue"

Miles Davis & John Coltrane - So What (Live Video)

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da playlist de António Sérgio

Seguindo esta corrente, escolhi estes dois temas da playlist de António Sérgio:

The Psychedelic Furs India

Siouxsie And The Banshees - Happy House

Gosto de todas. Escolhi estas porque a primeira mostra um pouco como me sinto hoje e a segunda mostra como me sinto hoje.

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segunda-feira, tudo tranquilo

Na madrugada de sexta-feira eu escrevi um texto muito duro sobre corrupção mas acabei por apagá-lo. Era um insulto à honra de tanta gente ilustre, governantes, políticos, empresários, juízes, e mais mil categorias profissionais que eu ataquei de forma vil naquele miserável texto a cheirar a super-bock de mais de litro. Acabei por apagá-lo. Lembrei-me de que há tantos casos idênticos que apodrecem nos expedientes, anos e anos a fio, e resolvi beber mais uma cerveja e, sei lá, devo ter adormecido sossegado, ciente de que neste país ainda se pode beber uma cerveja por oitenta e cinco cêntimos, o que não é nada mau.

Adenda: este artigo de Mário Crespo no JN de hoje talvez justifique uma boa cerveja.

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domingo, 1 de novembro de 2009

António Sérgio,Everybody knows this is nowhere

António Sérgio deixou-nos. Muito será dito sobre ele, principalmente por tantos que começaram a ouvir rádio através deste colosso da música alternativa, como foi o meu caso. António Sérgio estava, digamos, retirado do grande espectro da rádio (a Radar é local) desde o dia em que a Rádio Comercial o despachou da "Hora do Lobo" que eu ouvia quase por instinto. Deixo como saudade um surpreendente momento de rádio só possível por vir de quem vem e que me levou a escrever aqui no meu food-ido o seguinte apontamento:

"Arrumei as coisas e fui até ao centro da cidade beber umas cervejas. Coimbra é uma cidade diferente das demais. E mais diferente fica quando a noite entra fora de horas e as esplanadas ficam repletas de uma população diferente, muito jovem e muito bebedolas. Fiquei ali, a beber e a fumar, em silêncio, muito quieto. Depois levantei-me de um salto, enfiei-me no carro e fui.
Ao chegar a casa, já a entrar na garagem, António Sérgio brindou-me com este "Cowgirl in The Sand". Parei o carro no meu lugar de garagem, subi o volume áudio e deixei-me estar ali a ouvir e a rasgar-me de prazer."

sexta-feira, 30 de Junho de 2006

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sábado, 31 de outubro de 2009

Jesus desceu à terra


As batalhas não se ganham com Keirrissons mas sim com Saladinos.

Citação popular.

Jesus desceu à terra, e em via sacra, na cidade dos arcebispos. O arcebispado de Braga tralhou bem e restaura assim as esperanças do papado portucalense. A igreja sempre foi capaz de se regenerar e se para nós, moiros e sarracenos, até aqui estava a ser bom, a partir daqui estar à frente do inimigo é a prioridade absoluta.
No final, talvez esta derrota de hoje venha a ser considerada uma baixa útil porque é na terra que se prova o sal da vida.

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ANAGRAMAS DE VARSÓVIA

Hoje.Fnac

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quinta-feira, 29 de outubro de 2009

lições de escatologia




via mslb

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Um texto meramente simbólico sobre um gajo que não tem cu para a minha agulha

Paulo Querido é realmente uma figura notável. Um tipo que "conheci" desde o velhinho Expresso e que com o advento das novas tecnologias ascendeu à ribalta dependurado na era blog e passando rapidamente de pendura a motorista de tudo o que é rede social com maior protagonismo no Twiiter PT. É um estudioso. E um egocêntrico também! Chama-se Querido mas podia bem chamar-se Narciso porque este sujeito permite-se deliciar-se orgasmicamente com a adulação e, por outro lado, não consegue viver com a diferença dos outros. E os outros aqui são aqueles que criticam as posições que Paulo Querido toma.Isto é, ele depende do feedback dos leitores mas, entendam bem, só aceita a bajulice e o culambismo (grande novidade). Paulo Querido, na verdade, vive de e para as redes sociais mas ainda não percebeu que as redes sociais não são uma mesa de café na baixa lisboeta onde meia dúzia de amigos do mesmo ofício se encontram e pagam conversas lambidas com cafés e pasteis de nata. As redes sociais dão e são espaço para os que lá estão e quem lá está tem de saber acolher as diferenças de opinião. Neste sentido não pode quem se diz timoneiro do fenómeno estalinizar a rede. A rede é um elemento de afirmação e informação, não é um pardieiro de prostitutos intelectuais. Na rede estamos todos no mesmo plano e temos todos as mesmas ferramentas. E há, obviamente, a "grande festa" onde só vão os eleitos e os que precisam de lá ir para subsistir. Mas como em todas as festas há penetras que se infiltram, ou porque foram inadvertidamente convidados ou porque se vestiram melhor nesse dia. Paulo Querido adora apontar os pelintras da rede. Marca-os com crueldade e ás vezes sucede que ele não se apercebe quando se dá o caso de ser ele o maior pelintra da rede. O pelintra mor, aquele que serve chá às senhoras bem e avia riscos com os novos ricos da coisa.

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terça-feira, 27 de outubro de 2009

Zimler é grande

Saramago e a insustentável leveza da ignorância

Jesus te ama


Em boa verdade, quando Jorge Jesus levantou a mão, sinalizando o numero quatro, estava apenas a enumerar a Manuel Machado os santos sacramentos da religião católica: o Baptismo, a Comunhão, depois o Casamento e finalmente o Funeral! Tudo isto não é mais do que um Amore, amour, meine liebe, love of my life!

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

sábado, 24 de outubro de 2009

fariseus

O Tunes anda a meter-se com a jovem Rita Rato, deputada da CDU, bonita mas comunista. Pecadora! O Tunes é daqueles tipos que ainda continuam a acreditar que os comunistas deviam ser castrados a fim de se estancar já a semente vermelha que continua a germinar nas novas gerações. Apesar dos Tunes, esses tantos e tantos dromedários intelectuais que fizeram a catequese toda, tresleram Marx e adularam Ronald Reagan, a sociedade continua a criar comunistas que naturalmente gostam de bigmacs e têm iphones, ouvem Britney Spears e lêem Dan Brown. Que provavelmente nunca declamaram António Gedeão, e não devem apreciar sandes de couratos. Que conhecem o caminho. E sabem bem da sua história, o que não significa que tenham de comer da mesma cartilha hipócrita e bolorenta, alimentada por "tuneladas" de falsos moralismos. Como se de monstros e tiranias tivesse estado o mundo dos Tunes limpo.
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