sábado, 7 de novembro de 2009
casamento gay: contribuições
Pode não estar-se de acordo, porque na verdade a moda é a homossexualidade, ou outra merda qualquer que tenha a ver com isso mesmo, mas eu faço questão de chamar a atenção de quem aqui vem para este texto. Porque tal texto não é mais do que uma contribuição. E isso importa!
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
terça-feira, 3 de novembro de 2009
casamento gay, proteger preconceitos
Quanto ao "casamento gay" tenho cá as minhas ideias. Não me incomoda ver o meu vizinho fotógrafo a captar pares masculinos ou femininos em ósculos abençoados. Não me perturba nada ver a Quinta da Boucinha cheia de panilas em festa ou cruzar-me com duas gajas sorridentes e felizes à saída do Registo Civil. Isso não me incomoda. Incomoda-me sim é ver o que vem a seguir, não que tenha medo, que ande assustado. Incomoda-me. Estarei certo? Estarei errado? Perguntem-me, não decidam por mim.
Para quê arregimentar ainda mais o elo entre duas pessoas? Por capricho dos interessados? É pouco. Por via do espectáculo? É pobre. Por uma questão de liberdade individual? Já existe. O casamento gay é uma inutilidade antes de ser um direito. A homossexualidade sempre existiu, o problema é que a homossexualidade nunca se sentiu tão insegura como agora porque ao sair do armário, ao afirmar-se, precisa de se proteger dos seus próprios preconceitos.
Preconceito meu? Certamente que sim mas, c'os diabos, por se pensar diferente, perguntem, não decidam.
Por isso mesmo eu manifesto-me. Sobre a questão do casamento de homossexuais eu manifesto-me. Sou contra. E Gostava de ter a possibilidade de o dizer em referendo, como aliás tive no caso da lei da interrupção voluntária da gravidez.
Para quê arregimentar ainda mais o elo entre duas pessoas? Por capricho dos interessados? É pouco. Por via do espectáculo? É pobre. Por uma questão de liberdade individual? Já existe. O casamento gay é uma inutilidade antes de ser um direito. A homossexualidade sempre existiu, o problema é que a homossexualidade nunca se sentiu tão insegura como agora porque ao sair do armário, ao afirmar-se, precisa de se proteger dos seus próprios preconceitos.
Preconceito meu? Certamente que sim mas, c'os diabos, por se pensar diferente, perguntem, não decidam.
Por isso mesmo eu manifesto-me. Sobre a questão do casamento de homossexuais eu manifesto-me. Sou contra. E Gostava de ter a possibilidade de o dizer em referendo, como aliás tive no caso da lei da interrupção voluntária da gravidez.
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
So What
Jimmy Cobb à frente de um sexteto de estrelas abre 18º Guimarães Jazz, nos 50 anos de "Kind of Blue"
Miles Davis & John Coltrane - So What (Live Video)
Miles Davis & John Coltrane - So What (Live Video)
da playlist de António Sérgio
Seguindo esta corrente, escolhi estes dois temas da playlist de António Sérgio:
The Psychedelic Furs India
Siouxsie And The Banshees - Happy House
Gosto de todas. Escolhi estas porque a primeira mostra um pouco como me sinto hoje e a segunda mostra como me sinto hoje.
The Psychedelic Furs India
Siouxsie And The Banshees - Happy House
Gosto de todas. Escolhi estas porque a primeira mostra um pouco como me sinto hoje e a segunda mostra como me sinto hoje.
segunda-feira, tudo tranquilo
Na madrugada de sexta-feira eu escrevi um texto muito duro sobre corrupção mas acabei por apagá-lo. Era um insulto à honra de tanta gente ilustre, governantes, políticos, empresários, juízes, e mais mil categorias profissionais que eu ataquei de forma vil naquele miserável texto a cheirar a super-bock de mais de litro. Acabei por apagá-lo. Lembrei-me de que há tantos casos idênticos que apodrecem nos expedientes, anos e anos a fio, e resolvi beber mais uma cerveja e, sei lá, devo ter adormecido sossegado, ciente de que neste país ainda se pode beber uma cerveja por oitenta e cinco cêntimos, o que não é nada mau.
Adenda: este artigo de Mário Crespo no JN de hoje talvez justifique uma boa cerveja.
Adenda: este artigo de Mário Crespo no JN de hoje talvez justifique uma boa cerveja.
domingo, 1 de novembro de 2009
António Sérgio,Everybody knows this is nowhere
António Sérgio deixou-nos. Muito será dito sobre ele, principalmente por tantos que começaram a ouvir rádio através deste colosso da música alternativa, como foi o meu caso. António Sérgio estava, digamos, retirado do grande espectro da rádio (a Radar é local) desde o dia em que a Rádio Comercial o despachou da "Hora do Lobo" que eu ouvia quase por instinto. Deixo como saudade um surpreendente momento de rádio só possível por vir de quem vem e que me levou a escrever aqui no meu food-ido o seguinte apontamento:
"Arrumei as coisas e fui até ao centro da cidade beber umas cervejas. Coimbra é uma cidade diferente das demais. E mais diferente fica quando a noite entra fora de horas e as esplanadas ficam repletas de uma população diferente, muito jovem e muito bebedolas. Fiquei ali, a beber e a fumar, em silêncio, muito quieto. Depois levantei-me de um salto, enfiei-me no carro e fui.
Ao chegar a casa, já a entrar na garagem, António Sérgio brindou-me com este "Cowgirl in The Sand". Parei o carro no meu lugar de garagem, subi o volume áudio e deixei-me estar ali a ouvir e a rasgar-me de prazer."
sexta-feira, 30 de Junho de 2006
"Arrumei as coisas e fui até ao centro da cidade beber umas cervejas. Coimbra é uma cidade diferente das demais. E mais diferente fica quando a noite entra fora de horas e as esplanadas ficam repletas de uma população diferente, muito jovem e muito bebedolas. Fiquei ali, a beber e a fumar, em silêncio, muito quieto. Depois levantei-me de um salto, enfiei-me no carro e fui.
Ao chegar a casa, já a entrar na garagem, António Sérgio brindou-me com este "Cowgirl in The Sand". Parei o carro no meu lugar de garagem, subi o volume áudio e deixei-me estar ali a ouvir e a rasgar-me de prazer."
sexta-feira, 30 de Junho de 2006
sábado, 31 de outubro de 2009
Jesus desceu à terra
As batalhas não se ganham com Keirrissons mas sim com Saladinos.
Citação popular.
Jesus desceu à terra, e em via sacra, na cidade dos arcebispos. O arcebispado de Braga tralhou bem e restaura assim as esperanças do papado portucalense. A igreja sempre foi capaz de se regenerar e se para nós, moiros e sarracenos, até aqui estava a ser bom, a partir daqui estar à frente do inimigo é a prioridade absoluta.
No final, talvez esta derrota de hoje venha a ser considerada uma baixa útil porque é na terra que se prova o sal da vida.
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Um texto meramente simbólico sobre um gajo que não tem cu para a minha agulha
Paulo Querido é realmente uma figura notável. Um tipo que "conheci" desde o velhinho Expresso e que com o advento das novas tecnologias ascendeu à ribalta dependurado na era blog e passando rapidamente de pendura a motorista de tudo o que é rede social com maior protagonismo no Twiiter PT. É um estudioso. E um egocêntrico também! Chama-se Querido mas podia bem chamar-se Narciso porque este sujeito permite-se deliciar-se orgasmicamente com a adulação e, por outro lado, não consegue viver com a diferença dos outros. E os outros aqui são aqueles que criticam as posições que Paulo Querido toma.Isto é, ele depende do feedback dos leitores mas, entendam bem, só aceita a bajulice e o culambismo (grande novidade). Paulo Querido, na verdade, vive de e para as redes sociais mas ainda não percebeu que as redes sociais não são uma mesa de café na baixa lisboeta onde meia dúzia de amigos do mesmo ofício se encontram e pagam conversas lambidas com cafés e pasteis de nata. As redes sociais dão e são espaço para os que lá estão e quem lá está tem de saber acolher as diferenças de opinião. Neste sentido não pode quem se diz timoneiro do fenómeno estalinizar a rede. A rede é um elemento de afirmação e informação, não é um pardieiro de prostitutos intelectuais. Na rede estamos todos no mesmo plano e temos todos as mesmas ferramentas. E há, obviamente, a "grande festa" onde só vão os eleitos e os que precisam de lá ir para subsistir. Mas como em todas as festas há penetras que se infiltram, ou porque foram inadvertidamente convidados ou porque se vestiram melhor nesse dia. Paulo Querido adora apontar os pelintras da rede. Marca-os com crueldade e ás vezes sucede que ele não se apercebe quando se dá o caso de ser ele o maior pelintra da rede. O pelintra mor, aquele que serve chá às senhoras bem e avia riscos com os novos ricos da coisa.
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