segunda-feira, 10 de maio de 2010
Que festa!
Pois foi. Fizemos a festa! Nós benfiquistas do Grande Porto estivemos lá, no coração desta acolhedora cidade. Entrámos pela ponte do Infante, disfarçados claro, contornámos os Aliados e, ali mesmo, ousámos uns tímidos apitos. Depois estacionámos junto à Rotunda e seguimos para junto daquela mole de benfiquistas eufóricos, radiantes e felizes que vibravam indiferentes à intifada dos fanáticos portistas que não admitem perder para o Enorme. Um amigo meu contou-me que tivera muita sorte momentos antes já que uma das muitas pedras que lhe arremessaram apenas tinha batido ligeiramente abaixo do vidro da porta traseira. Uma pequena amassadela que vai por certo servir de recordação desta grande façanha que é, hoje em dia, comemorar um campeonato no Porto ganho pelo Enorme. De resto, tudo o mais foi lindo. Tantos benfiquistas ali juntos, em frente à Casa da Música, a dar saltos de folia, rejubilando ao som dos cânticos e buzinas dos carros engalanados que por ali passavam. Foi uma festa potente!
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Até a Marlboro é do Benfica!
Parabéns aos Campeões Europeus de Futsal que fizeram com que o Benfica seja o único clube Campeão Europeu em Futsal e em Futebol de 11!
terça-feira, 20 de abril de 2010
"Right now I can’t read too good
Don’t send me no more letters, no
Not unless you mail them
From Desolation Row"
Olá Carlos,
(Escrevo-te esta carta como se fosse uma carta, daquelas que se enviam "par avion", como se só existisse essa possibilidade)
Ontem ia eu de viagem para sul e deixei-me rolar em velocidade lenta ouvindo Bob Dylan, e estava particularmente preparado para me entreter com aquela poesia do "Desolation Row" onde o poeta fala de cartas que se escrevem.
Ouvia aquele Dylan e vinham-me à ideia as tardes quietas que passávamos a ouvir música e a conversar. O rio Douro, os sonhos, as palavras, a sede e voltar. Voltávamos quase sempre lá. E ontem lembrei-me de ti, quero dizer, pensei em ti enquanto escutava o poeta. E senti saudades!
Na verdade, Carlos, eu gostava era de te ver um dia destes e ir até à beira-rio olhar a paisagem e ouvir-te falar sem parar, até que tu desses conta de que era melhor irmos beber uma cerveja...
Bom, de resto, e como deve constar numa carta deste tipo, a minha vida vai andando, desde que a minha buganvilia se aguente ali no vaso. Os filhos estão grandes e de saúde e a São está a ficar sem paciência para me aturar. Ah! E estou um bocadinho gordo. Azar!
Quando cá vieres dou-te um abraço.
Do teu amigo,
Altino
Don’t send me no more letters, no
Not unless you mail them
From Desolation Row"
Olá Carlos,
(Escrevo-te esta carta como se fosse uma carta, daquelas que se enviam "par avion", como se só existisse essa possibilidade)
Ontem ia eu de viagem para sul e deixei-me rolar em velocidade lenta ouvindo Bob Dylan, e estava particularmente preparado para me entreter com aquela poesia do "Desolation Row" onde o poeta fala de cartas que se escrevem.
Ouvia aquele Dylan e vinham-me à ideia as tardes quietas que passávamos a ouvir música e a conversar. O rio Douro, os sonhos, as palavras, a sede e voltar. Voltávamos quase sempre lá. E ontem lembrei-me de ti, quero dizer, pensei em ti enquanto escutava o poeta. E senti saudades!
Na verdade, Carlos, eu gostava era de te ver um dia destes e ir até à beira-rio olhar a paisagem e ouvir-te falar sem parar, até que tu desses conta de que era melhor irmos beber uma cerveja...
Bom, de resto, e como deve constar numa carta deste tipo, a minha vida vai andando, desde que a minha buganvilia se aguente ali no vaso. Os filhos estão grandes e de saúde e a São está a ficar sem paciência para me aturar. Ah! E estou um bocadinho gordo. Azar!
Quando cá vieres dou-te um abraço.
Do teu amigo,
Altino
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
sexta-feira, 8 de janeiro de 2010
festa!
Hoje há festa no Paramento. Não esquecer os acessórios, bonés de polícia, algemas, chicotes e essencialmente muita vaselina!!
O gajito que escreve no blog renas e veados anda eufórico lá pelo twitter. Berra bem o gajito bossito, e fala já em grande party às portas da Assembleia da República. Será que encomendaram um trio eléctrico? Transsexuais, drag-queens ou o caralho mais velho? Vamos ter berraria noite dentro? esperma a correr pelas coxas desses mocinhos janotas? Chuva de linguados pela madrugada dentro e um after hours de broches antes da meia de leite no chiado?
D´t f@ck wit.me!
O gajito que escreve no blog renas e veados anda eufórico lá pelo twitter. Berra bem o gajito bossito, e fala já em grande party às portas da Assembleia da República. Será que encomendaram um trio eléctrico? Transsexuais, drag-queens ou o caralho mais velho? Vamos ter berraria noite dentro? esperma a correr pelas coxas desses mocinhos janotas? Chuva de linguados pela madrugada dentro e um after hours de broches antes da meia de leite no chiado?
D´t f@ck wit.me!
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
quinta-feira, 17 de dezembro de 2009
comunicares
sexta-feira, 11 de dezembro de 2009
do aquecimento global
Do aquecimento global há muito quem fale. Da hipocrisia não. Silêncio. Se os filhos da puta dos governantes não fossem na verdade eleitos pelos filhos da puta que mandam, pelos interesses instalados, talvez não fossem tão filhos da puta assim e, por conseguinte, deixariam de ser tão hipócritas. E não ser hipócrita nesta matéria, senhores, seria pura e simplesmente acabar com tudo o que meta petróleo, impedir qualquer produto existente ou a existir que seja fabricado com energias poluentes, enterrar o carvão, etc, etc . Despoluir o que está poluído e castrar os poluidores. Simplesmente isso. Seria fácil? Claro que sim, não fosse a puta da hipocrisia. Não passa isto tudo de mais pura utopia? Passa porque isto só deixa de ser utopia no dia em que tudo o que seja costa no planeta se transforme em mar, tudo o que seja floresta se transforme em chão árido. Nesse caso nada remoto, diga-se, a utopia deixa de o ser. E a morte será efectivamente a única realidade. Filhos da puta!
domingo, 6 de dezembro de 2009
fomos.libelinhas
Fui ver aquela menina que está ali em baixo. No Auditório de Espinho, aquela libelinha que canta tanta poesia, que toca tanta poesia, que fala tanta poesia deu-nos o melhor que tinha e merecia outra sala, cerveja, fumo, dança. A sala é um espaço intimista e de bárbara acústica mas as cadeiras e os espaços inexistentes forçaram-nos a voar apenas em espírito. Apetecia dançar, mexer. Neste país de playlists alinhadas, de concertos em massa, de uma rádio com um David Fonseca que nos massacra, nós fomos aí uns 150 afortunados. Aquela miúda deixou-nos voar um bocadinho, não deixou? A nós, tão poucos que somos. E fomos libelinhas por um breve instante.
imagem_daqui
imagem_daqui
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
Pequenos guiões para grandes mudanças
Mafalda é filha de Mateus e tem quatro anos. Mateus está a viver um processo de divórcio com Margarida há dois anos e o Tribunal de Menores, tudo indica, vai finalmente atribuir a guarda parental de Mafalda ao pai porque Margarida tem um caso sério com a droga. Mateus é, entretanto, Homossexual assumido, tem um bom emprego e está à espera da aprovação do cpms para finalmente casar com Marco. Entretanto comprou um apartamento de quatro assoalhadas na Foz e já o mobilou à espera de nele se instalar com o seu conjugue e a sua filha. Neste momento vive em casa de um primo e a filha vive com os avós maternos, um casal bem instalado na vida e católico praticante. Margarida está em tratamento num hospital psiquiátrico em Braga. Posto isto...Bom posto isto acho que "e depois veio o coelhinho e comeu-o". Não foi?
terça-feira, 17 de novembro de 2009
quo vadis Presidente?
Bom, não temos, como eu disse há dias, nenhum Bob Woodward ou Carl Bernstein mas temos uma Manuela Moura Guedes que, quer queiramos quer não, é uma mulher de tomates. Por mim, junto-me a ela perguntando também : onde está o Presidente da República?
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