Aquela gaja entrou no parque de estacionamento ao volante de um Benz descapotável, putos atrás bem dispostos, e não teve qualquer problema em estacionar o bólide no lugar reservado a pessoas com deficiência, um lugar mesmo ao lado da porta principal da Fnac. O segurança zeloso passa habitualmente o parque a fio procurando irregularidades mas no caso da gaja do Mercedes não havia nenhuma irregularidade. Uma gaja que estaciona ali e faz dos outros parvos não está no Manual de Operações e Standards dos seguranças, a não ser que tivesse vindo de Clio. Mas não. esta tinha o perfil do cliente tipo da gigante cadeia de lojas Fnac, não ia ali ouvir umas demos, ler os preços de um ou outro livro ou depositar impressões digitais nos ipades. Era certo que havia de regressar ali com carradas de jogos digitais, talvez um livro e um disco do Carlos Santana.
O meu cigarro só me deixou ver até ao momento em que o segurança zeloso ignorou aquele Mercedes descapotável estacionado num lugar reservado a pessoas com deficiência. O resto é puro filme.
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011
cada coisa...
Hoje já tenho quarenta e cinco anos e acordei muito cedo. A manhã estava bonita, argenta de um nevoeiro cunhado no Douro que é prata, e o sossego destas manhãs colhe-me sorrisos de privilégios.
Ando um bocado fodido, é verdade, mas ainda assim tem-me dado para olhar para diante e sorrir para o nevoeiro. Bem sei, confesso, que tenho um defeito, uma falha. Nasci com uma falha sem remédio. Uma deriva de me empascaçar de mim mesmo, que é uma coisa defeituosa e peçonhenta. Talvez se tivesse um cancro as coisas pudessem ser diferentes. Talvez aí eu deixasse de ser um ser defeituoso para ser um coitadinho sem cura. Mas com esta falha que carrego nos ombros é que não sei lidar. Não há médicos nem medicamentos nem "quimios". Só nevoeiro melancólico e mais nevoeiro melancólico.
Se em certo dia tenho ideia de génio, logo no momento seguinte a falha resolve empatar o feito. Sou em mim um desalquimista catedrático, especializado em transformar em lata o ouro da minha vida. Não sou fadista, não senhor, apenas tenho uma falha que não se vê, e é tão grande que não cabe em verruga ou protuberância que se apalpe. Juro que é verdade, podem crer.
O nevoeiro estava bonito e agora vejo chumbo no céu e, contudo, despertei em mim uma nova sensação que vem da falha. Senti pela primeira vez este ano o aroma bestialmente único que brota das azedas floridas da primavera. Cada coisa que a minha falha me inspira, meu Deus, que até nem sei se volte a sair de casa hoje.
Ando um bocado fodido, é verdade, mas ainda assim tem-me dado para olhar para diante e sorrir para o nevoeiro. Bem sei, confesso, que tenho um defeito, uma falha. Nasci com uma falha sem remédio. Uma deriva de me empascaçar de mim mesmo, que é uma coisa defeituosa e peçonhenta. Talvez se tivesse um cancro as coisas pudessem ser diferentes. Talvez aí eu deixasse de ser um ser defeituoso para ser um coitadinho sem cura. Mas com esta falha que carrego nos ombros é que não sei lidar. Não há médicos nem medicamentos nem "quimios". Só nevoeiro melancólico e mais nevoeiro melancólico.
Se em certo dia tenho ideia de génio, logo no momento seguinte a falha resolve empatar o feito. Sou em mim um desalquimista catedrático, especializado em transformar em lata o ouro da minha vida. Não sou fadista, não senhor, apenas tenho uma falha que não se vê, e é tão grande que não cabe em verruga ou protuberância que se apalpe. Juro que é verdade, podem crer.
O nevoeiro estava bonito e agora vejo chumbo no céu e, contudo, despertei em mim uma nova sensação que vem da falha. Senti pela primeira vez este ano o aroma bestialmente único que brota das azedas floridas da primavera. Cada coisa que a minha falha me inspira, meu Deus, que até nem sei se volte a sair de casa hoje.
sábado, 19 de fevereiro de 2011
Discussing the Divine Comedy with Dante
Fantástico, não acham? Contudo, enviei os seguinte comentário aos autores: Hello,Great Job! Please dont forget Fernão Magalhães and Vasco da Gama, two portuguese navigators from half of first millennium wich have changed the world up to the modern era with their contribute. Thanks for giving me a chance of talking about this two portuguese, because as you know, the world must notice that Portugal is not Spain ;)
domingo, 13 de fevereiro de 2011
Milionários promovem milionários ou a vergonha das televisões noticiando anúncio do banco Millennium
"Mourinho a escolher uma marca é muito selectivo" é grave, muito grave caro Sr. jornalista Nuno Luz.
Vergonha. Agora sim, batemos fundo com o jornalismo transgénico a ser-nos entregue descaradamente nos principais serviços noticiosos. Vergonha de RTP e SIC a fazer notícia da publicidade do Mourinho ao banco Millennium. Milionários promovem milionários. Quanto não deve ter o banco pago para que um dos seus mais caros anúncios de sempre seja propagandeado desta maneira nos telejornais? Vergonha.
Vergonha. Agora sim, batemos fundo com o jornalismo transgénico a ser-nos entregue descaradamente nos principais serviços noticiosos. Vergonha de RTP e SIC a fazer notícia da publicidade do Mourinho ao banco Millennium. Milionários promovem milionários. Quanto não deve ter o banco pago para que um dos seus mais caros anúncios de sempre seja propagandeado desta maneira nos telejornais? Vergonha.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
A propósito de uma conferência sobre Segurança na Internet realizada Na Escola Secundária de Carvalhos
Ontem, no âmbito do dia europeu da Seguranca na Internet, fui assistir a uma conferência sobre Segurança na Internet realizada na Escola Sec de Carvalhos e que teve como orador o Dr. Agostinho Frias (GIFT da DREN).
Da presenca dos pais notei aí uma meia-dúzia, o que demonstra uma falta de interesse preocupante em matérias como esta. Mas também é necessário dizer que os pais desinteressados não perderam grande coisa. De facto, a dita palestra foi muito pobre. O orador é um funcionário da DREN, professor de filosofia que, ora vejam lá, amandou-se para a DREN onde faz parte de uma equipa de trabalho na área da formacão nas novas tecnologias. De modo que passei ali duas horas a ouvir explicaões frugais sobre a internet, sobre o Facebook, o Wikileaks e outras couves misturadas com videos de extractos informativos da rtp e da sic sobre os mesmos. Alguns conselhos sobre filtros e anti-virus, historietas contadas na primeira pessoa e um pequeno debate de 10 minutos sobre o verdadeiro motivo que nos levara até ali. Uma pobreza de palestra!
Infelizmente, o sistema educativo continua a cometer os mesmos erros por falta de visão programática, falta de quadros efectivamente direccionados para as TIs e falta de uma estratégia clara para fazer face aos malefícios da internet em matérias graves e delicadas como é por exemplo o cyberbulying. Uma pena.
O director da escola, pessoa dedicada, ainda aflorou no final os verdadeios problemas que afligem os pais e encarregados de educacão mas o precioso tempo da conferência tinha sido gasto com historietas daquelas que quase todos nós costumamos ouvir sobre as mil e uma maneiras de se fazer Internet.
Como pai e cidadão não "info-excluído", ora vejam lá, gostaria era que me tivessem dito não apenas que o Facebbok tem mais de 600 Milhões de contas mas sim se o governo da nação ou mesmo a UE já fez alguma coisa no sentido de se obrigar o Facebook a permitir que se encerre uma conta, pura e simplesmente. Gostaria de ter ouvido falar-se da pegada digital e das bases de dados que são um manancial fraudulento que alimenta o marketing e a venda agressiva. Gostaria de ter ouvido que a Escola Secundária de Carvalhos, que viveu o extenuante caso de cyberbulying no último ano lectivo, e que foi resolvido num enquadramento regulamentar obsoleto, já tomou alguma medida com vista a preparar a comunidade escolar sobre como identificar, antecipar e resolver um processo de cyberbulying com base já numa experiência acumulada. Quanto a isso, nada. Zero. E tenho pena. Pena porque os pais demitiram-se, claro, e pena por uma escola que se esforça, que é honesta mas que teima em ser autista numa matéria tão sensível quanto esta.
PS: A senhora Presidente da Associação de Pais daquela escola estava obviamente presente e teve a oportunidade de denunciar que tinha proposto ao ministério que fosse feito um curso intensivo para os pais que de repente viram os seus filhos receber um PC e uma Pen de Banda Larga atribuídos pelo Sistema ao abrigo daquela negociata entre o Governo, as operadoras Móveis e a J.P.Sá Couto, e que conseguiu reunir cerca de 80 inscrições e continua, vejam bem, até hoje sem qualquer resposta. E isto, meus caros, é uma medida que pode ajudar e muito a combater os perigos da Internet. Porque é inegável que está criado um Gap entre os pais de 40 e 50 anos e os filhos no que diz respeito ás novas tecnologias.
Da presenca dos pais notei aí uma meia-dúzia, o que demonstra uma falta de interesse preocupante em matérias como esta. Mas também é necessário dizer que os pais desinteressados não perderam grande coisa. De facto, a dita palestra foi muito pobre. O orador é um funcionário da DREN, professor de filosofia que, ora vejam lá, amandou-se para a DREN onde faz parte de uma equipa de trabalho na área da formacão nas novas tecnologias. De modo que passei ali duas horas a ouvir explicaões frugais sobre a internet, sobre o Facebook, o Wikileaks e outras couves misturadas com videos de extractos informativos da rtp e da sic sobre os mesmos. Alguns conselhos sobre filtros e anti-virus, historietas contadas na primeira pessoa e um pequeno debate de 10 minutos sobre o verdadeiro motivo que nos levara até ali. Uma pobreza de palestra!
Infelizmente, o sistema educativo continua a cometer os mesmos erros por falta de visão programática, falta de quadros efectivamente direccionados para as TIs e falta de uma estratégia clara para fazer face aos malefícios da internet em matérias graves e delicadas como é por exemplo o cyberbulying. Uma pena.
O director da escola, pessoa dedicada, ainda aflorou no final os verdadeios problemas que afligem os pais e encarregados de educacão mas o precioso tempo da conferência tinha sido gasto com historietas daquelas que quase todos nós costumamos ouvir sobre as mil e uma maneiras de se fazer Internet.
Como pai e cidadão não "info-excluído", ora vejam lá, gostaria era que me tivessem dito não apenas que o Facebbok tem mais de 600 Milhões de contas mas sim se o governo da nação ou mesmo a UE já fez alguma coisa no sentido de se obrigar o Facebook a permitir que se encerre uma conta, pura e simplesmente. Gostaria de ter ouvido falar-se da pegada digital e das bases de dados que são um manancial fraudulento que alimenta o marketing e a venda agressiva. Gostaria de ter ouvido que a Escola Secundária de Carvalhos, que viveu o extenuante caso de cyberbulying no último ano lectivo, e que foi resolvido num enquadramento regulamentar obsoleto, já tomou alguma medida com vista a preparar a comunidade escolar sobre como identificar, antecipar e resolver um processo de cyberbulying com base já numa experiência acumulada. Quanto a isso, nada. Zero. E tenho pena. Pena porque os pais demitiram-se, claro, e pena por uma escola que se esforça, que é honesta mas que teima em ser autista numa matéria tão sensível quanto esta.
PS: A senhora Presidente da Associação de Pais daquela escola estava obviamente presente e teve a oportunidade de denunciar que tinha proposto ao ministério que fosse feito um curso intensivo para os pais que de repente viram os seus filhos receber um PC e uma Pen de Banda Larga atribuídos pelo Sistema ao abrigo daquela negociata entre o Governo, as operadoras Móveis e a J.P.Sá Couto, e que conseguiu reunir cerca de 80 inscrições e continua, vejam bem, até hoje sem qualquer resposta. E isto, meus caros, é uma medida que pode ajudar e muito a combater os perigos da Internet. Porque é inegável que está criado um Gap entre os pais de 40 e 50 anos e os filhos no que diz respeito ás novas tecnologias.
domingo, 6 de fevereiro de 2011
Em Badajoz ninguém vos conhece.
Que cinismo intelectual esta cena do Luís Pedro Nunes e da Clara Ferreira Alves relativamente aos Deolinda. ..Estes intelectuais de pacotilha são pagos para dizer tanta atrocidade, arrogantes do alto da sua ridícula escada do figurismo público.
O velho Pulido Valente foi honesto, esse sim, relevando o papel verdadeiramente catalisador dos Deolinda. Agora estes maninhos + velhos...bem instalados na vida e a falar desta geração sem emprego. Do alto da sua arrogância nem percebem q é de pouco o que percebem.
Escória de gente que é paga pelo sistema para falar do sistema. Párias da bovinidade intelectual e da bóbinidade lambecus, q é o mesmo q "venha o guito pq eu é q estou a dar". Pois do alto da minha minoritária representatividade eu digo "Fodeivos ó artolas, em Badajoz ninguém vos conhece".
O velho Pulido Valente foi honesto, esse sim, relevando o papel verdadeiramente catalisador dos Deolinda. Agora estes maninhos + velhos...bem instalados na vida e a falar desta geração sem emprego. Do alto da sua arrogância nem percebem q é de pouco o que percebem.
Escória de gente que é paga pelo sistema para falar do sistema. Párias da bovinidade intelectual e da bóbinidade lambecus, q é o mesmo q "venha o guito pq eu é q estou a dar". Pois do alto da minha minoritária representatividade eu digo "Fodeivos ó artolas, em Badajoz ninguém vos conhece".
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011
recordar
Ainda não eram sete horas e já aquele bruto o espreitava por detrás das enormes paredes de ferro. O sol de Valência nunca faltava.
Ao longe o mediterrâneo brilhava em mil cores, e o sol de Valência quimava-lhe a pele. Não havia sombra, nem praias. Apenas ferro.
Doze horas a fio, acartando barras de ferro, amarrando ferro, comendo ferro. Era o verão quente de Valência. O soldo amargo e cruel. Dias seguidos de árduos momentos jamais sonhados, de calor infernal. De uma Espanha puta de todos os dias. De um pobre diabo. De um diabo condenado ao cruel ardor do ganha-pão. De um diabo que nenhum mal fizera. De um sonhador.
Ao entardecer, as baratas, ratos com asas, levavam-no à náusea, a um estado de descanso cansado. As ruas quentes e sujas... Depois o ferro, o betão, as molhadas de capacetes amarelos, a ferrugem. Os dias quentes de valência, naquele Agosto maldito. Fugir para longe sim. Era preciso um motivo mais. Um acto de guerra. Inglório. Valência imperial ria-se dos seus pensamentos. Um homem não sabe, precisa. Um homem busca. Revira e sonha. E encontra o pesadelo. Um homem só.
Naquele dia o sol não veio. O calor sim. E a chuva. Uma chuva desigual, como o sol. E ele correu muito sobre aquelas botas pesadas. Correu e dançou na chuva, na sua música. Que manhã tão prenhe de vida! Encharcado, suado e sôfrego, correu sem parar e deixou-se possuir pela chuva molhada e quente. Gritou olhando as ninfas, aqueles enormes tanques de betão. Amou-as no sofrimento e perdoou-lhes a monstruosidade. Estava livre.
Ao longe o mediterrâneo brilhava em mil cores, e o sol de Valência quimava-lhe a pele. Não havia sombra, nem praias. Apenas ferro.
Doze horas a fio, acartando barras de ferro, amarrando ferro, comendo ferro. Era o verão quente de Valência. O soldo amargo e cruel. Dias seguidos de árduos momentos jamais sonhados, de calor infernal. De uma Espanha puta de todos os dias. De um pobre diabo. De um diabo condenado ao cruel ardor do ganha-pão. De um diabo que nenhum mal fizera. De um sonhador.
Ao entardecer, as baratas, ratos com asas, levavam-no à náusea, a um estado de descanso cansado. As ruas quentes e sujas... Depois o ferro, o betão, as molhadas de capacetes amarelos, a ferrugem. Os dias quentes de valência, naquele Agosto maldito. Fugir para longe sim. Era preciso um motivo mais. Um acto de guerra. Inglório. Valência imperial ria-se dos seus pensamentos. Um homem não sabe, precisa. Um homem busca. Revira e sonha. E encontra o pesadelo. Um homem só.
Naquele dia o sol não veio. O calor sim. E a chuva. Uma chuva desigual, como o sol. E ele correu muito sobre aquelas botas pesadas. Correu e dançou na chuva, na sua música. Que manhã tão prenhe de vida! Encharcado, suado e sôfrego, correu sem parar e deixou-se possuir pela chuva molhada e quente. Gritou olhando as ninfas, aqueles enormes tanques de betão. Amou-as no sofrimento e perdoou-lhes a monstruosidade. Estava livre.
quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
Manifestação Contra o Encerramento da Repartição de Finanças dos Carvalhos.
Como cidadão residente nos Carvalhos, estou solidário com o descontentamento do meus concidadãos, mas não queria deixar de notar uma certa ironia ao ver o Presidente da Junta de Freguesia de Pedroso, de megafone na mão, a lutar contra a saída de um Serviço dos Carvalhos quando foi ele que esteve mais de 20 anos a tentar desagregar os Carvalhos como centro económico e social do Concelho de Gaia Sul.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
terça-feira, 21 de setembro de 2010
Ele tinha na ideia jogar com a mão dentro da área e a coisa ficava resolvida. Mas quando a bola bate na mão, azar, ele estava fora da área. Mesmo assim, ele arranjou maneira de garantir o golo para os amigos, marcando-o ele mesmo na própria baliza, mostrando ser um homem de palavra. Os amigos podiam assim contar com ele no futuro. Entretanto o Rolando, bom companheiro e sempre atento, tratou de exemplificar ao moço como se joga com a mão dentro da área, dando mostras de competência acima da média como formador. Evidentemente que para o árbitro aquilo foi apenas um simulacro.
segunda-feira, 26 de julho de 2010
a vós avós...
Obrigado meus avós do meu coração. Tenham um bom dia e muita saúde e peço aos que já partiram que olhem por mim e pelos meus. Não é pedir muito porque sei que eles me dariam tudo...
estio
sexta-feira, 23 de julho de 2010
22 anos
No primeiro aniversário de casados, eles decidiram ir almoçar ao Porto. Era domingo e eles deixaram a filhota recém nascida em casa dos avós. Não faziam a mínima ideia do que era essa coisa, hoje cada vez mais rara, de celebrar o aniversário de casamento, por isso não se deram a romantismos nem a grandes complexidades na escolha do restaurante. Comia-se bem e pronto. De modo que logo a seguir ao repasto a decisão não demorou a chegar. "Vamos ver a menina?" E foram. Foram todos contentes a casa dos avós celebrar o amor.
E o nosso amor é isso mesmo. É a celebração constante do todo, dos filhos e dos que, como nós, os amam. É o levantar do chão quando algum de nós cai, é o curar das feridas que magoam, é rir bem alto de alegria, é estar junto e disponível mesmo que um de nós parta para longe. É amar mesmo quando se é fraco, é compreender, é perdoar, é resistir e é dar.
Amo-te.
E o nosso amor é isso mesmo. É a celebração constante do todo, dos filhos e dos que, como nós, os amam. É o levantar do chão quando algum de nós cai, é o curar das feridas que magoam, é rir bem alto de alegria, é estar junto e disponível mesmo que um de nós parta para longe. É amar mesmo quando se é fraco, é compreender, é perdoar, é resistir e é dar.
Amo-te.
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