Ian Curtis deixou-nos há 36 anos. Eu tinha 14, e já ouvia pink floyd, deep purple, neil young, graças ao meu irmão e aos meus amigos mais velhos. O Fernando, o Vitorino, o Sá e o Morgado. Depois, vieram os wham e outras cenas de que eu não gostava nada. Duran duran, ok, queen, fixe, mas um dia ouvi joy division no progarama dois pontos, de rui morrison, creio (nessa época eu só gostava de ouvir coisas estranhas, como tangerine dream e outras couves intragáveis). Quando descobri joy division ja não havia Ian mas também já não havia hendrix, morrisson...
Eram os gloriosos anos oitenta. As descobertas, as folhas caídas e o que era novo e fresco. The cure, u2, the cult. E depois parou tudo porque em 85 descobri os the smiths. Aí parou tudo e só nos intervalos conseguia ouvir outra coisa, outras coisas.
Faz hoje 36 anos que o ian nos deixou.
quarta-feira, 18 de maio de 2016
terça-feira, 10 de maio de 2016
É muito fácil perceber a bela equação da Direita: quer que os ricos estudem em bons colégios privados que lhes "dão" as melhores notas para entrarem nas excelentes universidades públicas, enquanto os pobres devem permanecer nas empobrecidas escolas públicas e assim serem empurrados para as péssimas universidades privadas.
sexta-feira, 6 de maio de 2016
“O CAPTAIN! my Captain! our fearful trip is done,
The ship has weather'd every rack, the prize we sought is won,
The port is near, the bells I hear, the people all exulting,
While follow eyes the steady keel, the vessel grim and daring;
But O heart! heart! heart!
O the bleeding drops of red,
Where on the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.
O Captain! my Captain! rise up and hear the bells;
Rise up - for you the flag is flung - for you the bugle trills,
For you bouquets and ribbon'd wreaths - for you the shores
a-crowding,
For you they call, the swaying mass, their eager faces turning;
Here Captain! dear father!
This arm beneath your head!
It is some dream that on the deck,
You've fallen cold and dead.
My Captain does not answer, his lips are pale and still,
My father does not feel my arm, he has no pulse nor will,
The ship is anchor'd safe and sound, its voyage closed and done,
From fearful trip the victor ship comes in with object won;
Exult O shores, and ring O bells!
But I with mournful tread,
Walk the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.”
― Walt Whitman, Leaves of Grass
The ship has weather'd every rack, the prize we sought is won,
The port is near, the bells I hear, the people all exulting,
While follow eyes the steady keel, the vessel grim and daring;
But O heart! heart! heart!
O the bleeding drops of red,
Where on the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.
O Captain! my Captain! rise up and hear the bells;
Rise up - for you the flag is flung - for you the bugle trills,
For you bouquets and ribbon'd wreaths - for you the shores
a-crowding,
For you they call, the swaying mass, their eager faces turning;
Here Captain! dear father!
This arm beneath your head!
It is some dream that on the deck,
You've fallen cold and dead.
My Captain does not answer, his lips are pale and still,
My father does not feel my arm, he has no pulse nor will,
The ship is anchor'd safe and sound, its voyage closed and done,
From fearful trip the victor ship comes in with object won;
Exult O shores, and ring O bells!
But I with mournful tread,
Walk the deck my Captain lies,
Fallen cold and dead.”
― Walt Whitman, Leaves of Grass
sábado, 20 de fevereiro de 2016
segunda-feira, 11 de janeiro de 2016
terça-feira, 15 de dezembro de 2015
domingo, 22 de novembro de 2015
terça-feira, 27 de outubro de 2015
breve contribuição para a preservação do rojão do redenho
Numa frase daquelas que rolam nas redes sociais diz-se que não há melhor amigo do que aquele que adora comer, ou melhor, que á cada vez mais à mesa que se cultivam as amizades reais, já que a espécie humana, para além de se servir do dildo e do smartphone cada vez em maiores quantidades, insiste em criar e manter a sua condição de ser gregário através das redes sociais digitais. Sim, digitais porque também ainda existem redes sociais físicas e essas estão cada vez mais condicionadas pela nobre função gastronómica onde, à volta de uma mesa, se fazem os mais complexos tratados de amizade, casam-se os namorados, afinam-se os movimentos politicos, preparam-se as revoluções e mata-se o bicho, vá.Por isso, sempre que alguma entidade mor se atreve a nos reduzir a margem de manobra gastronómica ao dispor das nossas parcas carteiras, isto é, tirar-nos o apascento de uma moira, a tranquilidade de uma loncha de presunto ou a altivez de um rojão do redenho, isso implica que o factor solidão/isolamento cresça em cada um de nós de tal forma que um dia ainda vamos ter que reaprender a encarar pessoas de frente nos tempos livres de que dispomos. O que não se afigura nada fácil, creiam-me, até porque a religião já se tinha encarregue de nos separar gastrogeograficamente.
Vem isto tão a propósito que eu até ando a ler um livro (1) sobre a Primeira Guerra Mundial e que diz, por exemplo, que na França andaram a confiscar cabras para dar de comer aos indianos que foram aos milhares para ali, em ajuda aos aliados, e não podiam comer vaca, cum catano! E o pobre agricultor, que se queixou e bem, tinha de se lhe ver requisitadas as cabras, depois de lhe terem levado os filhos e de lhe terem comido o pão. Raios, ao menos não lhe levassem os olhos para que pudesse chorar, como chorou, dissera um deles.
Acho pois todo esse alarmismo da OMS contra os enchidos, fumeiros e afins, de que provoca o cancro somado ao já estafado veredicto de que nos lixa as coronarias e portanto nos mata, uma espécie de contribuição imoral para o extermínio da humanidade enquanto grupo de pessoas e consequente criação de uma especie estranha de hominídeos que se alimenta de erva disfarçada de croquetes da avozinha.
De modo que, e para fazer um certo lobi junto de quem me possa estar a ler, acho eu, e é bem que o diga, que essa tal organização mundial não passa de uma seita recheada de religiosos inimigos do porco e suas transformações e outros fanáticos vegan e aposto que deve andar por lá um que é primo do dono da Lusiaves.
(1) O Grande Rebanho, de Jean Giono
quinta-feira, 22 de outubro de 2015
O Presidente da Republica, Cavaco Silva, acaba de indigitar
o líder do PSD para formar Governo. É um direito que ele tem e eu não o posso contestar
embora não concorde, embora possa entender que podia ter sido tomada outra
solução. Ponto final parágrafo.
Parágrafo mas com uma grande ressalva. É que o PR, sendo um
homem de Direita, antigo primeiro-ministro à custa dos votos dos que nele
votaram, não pode nunca tecer as considerações que teceu acerca de partidos que
tiveram votos nestas eleições, que são legais e que jogam as regras democráticas
que norteiam o nosso país. Partidos que têm eleitores, milhares de eleitores.
O PR é, devia ser, o
Presidente de todos os portugueses, não é um labrego qualquer, tem perfil de institucionalista
mas padece de um mal: julga-se líder supremo de uma seita e tudo faz para a
salvar, para a manter na ribalta do poder. Mas como é possível um PR actuar
desta maneira? Só o pode fazer porque este país não tem um verdadeiro júri, que
devia ser o Tribunal Constitucional, que o deveria impedir de ter o discurso
que teve.
Nna verdade o que o PR disse foi que ele apenas escolhe governos por via da visão que tem ao nível do carácter dos partidos.
Nna verdade o que o PR disse foi que ele apenas escolhe governos por via da visão que tem ao nível do carácter dos partidos.
Então para que há eleições, pergunto eu? Para que nos pedem
para votar? Para que é que financiam partidos com orientações diferentes das
destes senhores? Estes partidos são ilegais se forem contra o Euro? São ilegais
se forem contra a NATO? Ou só o são, pelos vistos, quando o PR verifica que
eles passam a ter uma voz activa na formulação de um Governo que, pasme-se, vai
contra o poder instalado?
Penso portanto, e quero daqui gritar, que isto é uma injustiça, uma golpada, uma ditadura disfarçada.
Se me autorizam a votar num determinado partido, não podem vir agora tecer
ataques de carácter contra esse partido só porque ele obteve um estatuto de
decisão governamental através de VOTOS LIVRES, tão livres como todos os outros.
Sinto-me portanto ultrajado, desrespeitado nos meus direitos como democrata e
cidadão quando o PR do meu país considera, de forma completamente orweliana,
que há votos mais democráticos do que outros.
Eu votei num partido legalmente constituído e
no qual eu acredito e me revejo e apenas quero que ele seja respeitado,
principalmente pelas instituições democráticas que deviam ser o mais firme
alicerce da democracia que vigora em Portugal.
quarta-feira, 14 de outubro de 2015
aprendi que democracia=direita. só há democracia se a direita ganhar.
Mais de 40 anos de democracia e de governos de direita que nos levaram para a miséria.
Chega de sermos explorados por uns quantos, basta de humilhação. Veja-se a Suécia Estado Membro da União como nós e onde se trabalha apenas 35 horas por semana e nós, aqui com empregos precários e os patroes a forçarem os empregados a assinar isenção de horário só para que possam estar nos locais de trabalho até AS 22 HORAS, por exemplo, e ninguém lhes poder pegar!
Querem a Direita que nos deixou Um país com salário minimo miserável, com um sistema de Saude ligado à máquina dos Hospitais Privados e com um sistema de ensino oferecido aos colegios privados que recebem milhares do Estado só para alimentar a fortuna de alguns e as escolas publicas a fechar e os professores metidos num colete de forças, a terem que trabalhar até aos 65 anos, enquanto os colegas europeus começam logo aos 50 a comprar autocaravanas e a planear belos passeios por Portugal, país onde tudo é barato e as pessoas são simpaticas, pois falam linguas, sabem de tudo mas servem à mesa, fazem camas, tal e qual os seus pais e avós faziam em França e outros paises mas só que esses não tinham instrução? Um país que forma enfermeiros, medicos, engenheiros, arquitetos, cientistas e tem de os mandar para fora porque aqui está tudo tomado nas maos do Capital e da especulação? Um país de desgraçados sem esperança no futuro? Um país onde as filas para a sopa dos pobres são maiores do que as filas para o cinema...?
Tenham juizo e deixem a Democracia Funcionar.
Mais de 40 anos de democracia e de governos de direita que nos levaram para a miséria.
Chega de sermos explorados por uns quantos, basta de humilhação. Veja-se a Suécia Estado Membro da União como nós e onde se trabalha apenas 35 horas por semana e nós, aqui com empregos precários e os patroes a forçarem os empregados a assinar isenção de horário só para que possam estar nos locais de trabalho até AS 22 HORAS, por exemplo, e ninguém lhes poder pegar!
Querem a Direita que nos deixou Um país com salário minimo miserável, com um sistema de Saude ligado à máquina dos Hospitais Privados e com um sistema de ensino oferecido aos colegios privados que recebem milhares do Estado só para alimentar a fortuna de alguns e as escolas publicas a fechar e os professores metidos num colete de forças, a terem que trabalhar até aos 65 anos, enquanto os colegas europeus começam logo aos 50 a comprar autocaravanas e a planear belos passeios por Portugal, país onde tudo é barato e as pessoas são simpaticas, pois falam linguas, sabem de tudo mas servem à mesa, fazem camas, tal e qual os seus pais e avós faziam em França e outros paises mas só que esses não tinham instrução? Um país que forma enfermeiros, medicos, engenheiros, arquitetos, cientistas e tem de os mandar para fora porque aqui está tudo tomado nas maos do Capital e da especulação? Um país de desgraçados sem esperança no futuro? Um país onde as filas para a sopa dos pobres são maiores do que as filas para o cinema...?
Tenham juizo e deixem a Democracia Funcionar.
terça-feira, 6 de outubro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
"Existem coisas que nos lembramos mesmo que elas possam nunca ter acontecido."
Harold Pinter
Pois é amiguinhos portistas, isto da solidariedade não vai
com brilho à custa dos outros. Vai com ser solidário de facto, cumprir com a
palavra. E como estas coisas têm de ser lembradas, porque existe memória, e a propósito desse gesto de grande solidariedade do F C Porto para com os refugiados migrantes e que só fica bem ao vosso clube, diga-se, pergunto-vos se por acaso o Terramoto no Haiti em 2010 vos diz alguma coisa
enquanto portistas solidários? Não diz nada, claro. Mas a nós, benfiquistas,
diz-nos muito porque o nosso clube contribuiu com 500.000,00€ para ajuda às
vítimas dessa tragédia, sem grandes alaridos mas cumprindo, que é o que se
impõe nestas alturas.
O vosso Presidente
nessa altura não se lembrou nem de ajudar nem de pedir que ajudassem, o que não
constitui crime nenhum, que fique bem claro. Mas nesse ano de 2010, e pouco
mais de um mês depois, houve uma outra tragédia que nos tocou, a nós portugueses,
bem mais de perto: as cheias do Funchal. Lembram-se? Aquele aluvião que
destruiu tudo na sua passagem? Pois foi, e sabem que clube português contribuiu
para ajudar as vítimas? O Benfica, claro está, que através da sua Fundação
pagou a construção de três casas e entregou-as a três famílias, e isto passados apenas cinco meses da tragédia, repito, cinco meses depois da famigerada tragédia!
O F C Porto, por sua
vez, e porque nos tocava a todos mais fundo, lá resolveu ser solidário. Através
do seu Presidente prontificou-se a fazer um Jogo de Beneficência no Funchal
entre o seu F C Porto e um misto de jogadores da Madeira e com a presença do
grande Cristiano Ronaldo, que até teria já garantido a sua disponibilidade para participar, vejam bem. Foi lindo aquele anúncio no JN de 22 de Fevereiro
de 2010 (podeis ir ver que a notícia ainda está na Net). Mas a verdade, meus
amigos, a verdade verdadinha é que o jogo ainda está à espera de data, é o que é!
Sem tirar nem pôr.
Isto cá para nós, há por aí alguém ligado à estrutura do F C
Porto com um pingo de vergonha e trate de cumprir a promessa antes que o CR7 termine a sua brilhante carreira de futebolista? Ou aquilo foi só
para inglês ver?
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Não, não vou por aí.
Eu pertenço a uma geração que começou a dar os primeiros passos na
primavera marcelista e aprendeu a ler em plena revolução. Depois, apanhou
professores desfasados dos manuais marxistas que lhes impuseram, até que um dia
vieram os retornados e os turras. Toda a gente tinha medo dos turras, os pretos
que haviam de vir para cá por causa das ex-colónias. Mas eram os retornados que
mais a gente temia. Dizia-se que vinham tantos e era preciso dar de comer àquela gente,
hordas de bem falantes da nossa língua, brancos bem penteados e com hálito a
coca-cola. Uma tribo assim tão conhecedora do mundo novo, experimentada em grandes estradas e outras empreitadas, estava a chegar e a pobre gente do velho império
ouvia nas missas o aconchego dos padres. Era preciso pedir ajuda à fé para bem entender esta invasão que nos ia tirar os empregos, o pão, as terras e
sabe-se lá mais quê.
E naquele tempo, as televisões eram uma para cada cinco casas, e os
jornais eram três ou quatro, e as vendas de vinho e as barbearias eram as redes
sociais onde tudo era falado e discutido e o medo e a incerteza
andavam errantes, de segunda a domingo, por entre tristonhos telejornais e a
rádio renascença que a todos acudia com canções pedidas e saudades em carne
viva. Saudades dos nossos portugueses que iam quase todos os dias para a França,
a Alemanha e outros sítios lá longe, onde se ganhava dinheiro para um dia
voltar e morrer em paz na terra amada, na pátria eterna, em Portugal.
Não, não vou por aí.
Hoje tudo é diferente, menos o medo. E a emigração. A viagem que
se faz, que não de comboio e mala de cartão mas sim de avião de baixo custo e i-pod, e a saudade que se
canta e o dinheiro que se vai buscar lá fora. A nossa sina. A sina de um povo
que desde o dia em que lhe mataram Viriato teve de se pôr a caminho porque daí
para cá a europa e o mundo só o quis explorar. Mais nada.
Fomos e viemos, vamos e vimos. Tocamos o mundo, seja onde for, e
assim será sempre.
Cá continua a haver de tudo. Desemprego, falência, injustiça,
pobreza, miséria. De tudo. E desassossego também. E medo e ignorância.
Espera-se outra vez que os senhores padres nos sosseguem nas missas e lêem-se os jornais todos, centos deles, e ouvem-se as
rádios todas e em todas as horas as noticias na televisão e os programas de
comentadores e o Facebook. A gigante venda de vinho, a grande barbearia do
nosso tempo, o Facebook, onde todos dizem qualquer coisa e onde todos comentam
o que é dito, onde fala o burro e zurra o cavalo iliterado e pacóvio. E o medo cresce porque não há sossego nas almas sãs da casta
gente. Que trabalha e tem casa para pagar, já sabemos, que tem filhos na escola, que tem a
mulher no desemprego e os pais doentes e a reforma é pequena e o país está
falido e as festas medievais é que são boas. E os refugiados, esses vilãos terroristas, que vão para onde quiserem, que não venham para cá.
Não, não vou por aí.
Não vou mesmo, garanto. Não vou alinhar com esse medo absurdo,
ignorante e hipócrita dos migrantes, hordas de gente a invadir o meu país. Não vou
estar de pau na mão à espera dessa gente mal vestida e assustada que disfarça a
sua índole maléfica, escondendo terroristas por debaixo das saias. E que ainda por cima é muçulmana! Não vou estender-lhes o dedo culpando-os da minha vida miserável. Dos erros que cometi, dos
políticos que elegi e da sociedade mesquinha, egoísta e cruel que ajudei a erguer.
Não, não vou por aí, Não vou alimentar os burros falantes, os ferrabrases . Vou antes agarrar-me com unhas e dentes à sanidade mental que me resta e me faz pensar nos meus amigos que emigraram, naqueles meus concidadãos que um dia tiveram de vir para cá e que se adaptaram aos nossos costumes e trabalham e vivem como eu, e finalmente nos que andam por esse mundo à procura de um rumo e podem ter de vir parar aqui e a quem, pela minha parte, juro-vos, hei-de olhar de frente e, na falta de mais alguma coisa, de certeza que lhes darei respeito e admiração, de certeza que lhes darei a minha mão.
Não, não vou por aí, Não vou alimentar os burros falantes, os ferrabrases . Vou antes agarrar-me com unhas e dentes à sanidade mental que me resta e me faz pensar nos meus amigos que emigraram, naqueles meus concidadãos que um dia tiveram de vir para cá e que se adaptaram aos nossos costumes e trabalham e vivem como eu, e finalmente nos que andam por esse mundo à procura de um rumo e podem ter de vir parar aqui e a quem, pela minha parte, juro-vos, hei-de olhar de frente e, na falta de mais alguma coisa, de certeza que lhes darei respeito e admiração, de certeza que lhes darei a minha mão.
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