segunda-feira, 20 de junho de 2016

uma frase do dia, de todos os dias.

...para mim, pessoas mesmo são os loucos, os que estão loucos para viver, loucos para falar, loucos para serem salvos, que querem tudo ao mesmo tempo, aqueles que nunca bocejam ou dizem chavões, mas queimam, queimam, queimam...
 Jack Kerouac

terça-feira, 14 de junho de 2016

a minha seleção está de férias

Com Vieirinha, Guerreiro (quem é este gajo?) a vaca Moutinho, André Gomes, Quaresma (contra a Estónia é que foi dar baile, não foi?) não se pode esperar mais do que uma mão cheia de grandes planos do CR7 (a Nike assim o exige). Os campeões ou ficaram em casa (André Almeida, Gonçalo Guedes, Pizzi) ou aqueceram o banco (Eliseu, Renato Sanches).
Ah, e o João Mário, enfim, falta de experiência ao mais alto nível. Mas tem talento.
E o Treinador? Bom, o treinador conseguiu ser quase tão burro como o Dunga a decidir. Sofre o empate aos 50 e só mexe aos 70? Bem, expliquem-me lá essa.
E foi isto. Deprimam à vontade que eu sou tricampeão!

sexta-feira, 10 de junho de 2016

Terias muito mais fiéis se tivesses sido capaz de te manifestar quando o outro Governo, por questões ideológicas, cortou com os subsídios para o Ensino Especial, o tal cujos alunos são rejeitados pelo ensino privado como se vivêssemos na idade média, onde os deficientes eram depositados nos currais e hoje há tantos casos de deficientes que ficam em suas casas porque os pais não podem pagar a propina. Terias muito mais fieis se por ventura te tivesses manifestado quando o outro Governo encerrou Escolas Públicas na província, fazendo com que crianças tenham de se levantar às 5 da manhã e fazer uma longa viagem para poderem usufruir de um direito fundamental, que é o Ensino, a Instrução, como bem se dizia no tempo de Salazar. Quando o outro Governo cortou direitos adquiridos a milhares de professores, barrou o acesso de professores ao trabalho justo e honesto, fazendo com que os que ainda continuam ficassem sobrecarregados com turmas pesadas, com "paper work" a dar com um pau, com avaliações medievais. Faz um esforço, cara Igreja Católica Portuguesa e quando, por questões ideológicas não te revês em certas matérias fracturantes, então cala-te e deixa lá os neoliberais sequiosos de dinheiro entregues aos seus lóbis. E não sejas lobi. porque eu acredito num Deus e não numa Instituição Lobista.

segunda-feira, 23 de maio de 2016

A propósito da questão Colégios Privados versus Escola Pública, acabei de ouvir: "Não havendo Deus, não há autoridade." (Pedro Arroja no ‪#‎portocanal‬). 
Ora, o meu Deus não é autoritário, e sou católico! O "antigo" entendimento do Deus Católico, sim, era autoridade, era descriminação, era um labirinto de preconceitos. Chegou a ser racista, misógino, elitista. O Deus Católico dos nossos dias, melhor dizendo, a sua interpretação, está bem patente no espírito do actual líder da Igreja Católica. É, portanto, o Deus que acolhe e dá. Não manda coisa nenhuma!

quarta-feira, 18 de maio de 2016

Ian Curtis deixou-nos há 36 anos. Eu tinha 14, e já ouvia pink floyd, deep purple, neil young, graças ao meu irmão e aos meus amigos mais velhos. O Fernando, o Vitorino, o Sá e o Morgado. Depois, vieram os wham e outras cenas de que eu não gostava nada. Duran duran, ok, queen, fixe, mas um dia ouvi joy division no progarama dois pontos, de rui morrison, creio (nessa época eu só gostava de ouvir coisas estranhas, como tangerine dream e outras couves intragáveis). Quando descobri joy division ja não havia Ian mas também já não havia hendrix, morrisson...
Eram os gloriosos anos oitenta. As descobertas, as folhas caídas e o que era novo e fresco. The cure, u2, the cult. E depois parou tudo porque em 85 descobri os the smiths. Aí parou tudo e só nos intervalos conseguia ouvir outra coisa, outras coisas.
Faz hoje 36 anos que o ian nos deixou.

terça-feira, 10 de maio de 2016

É muito fácil perceber a bela equação da Direita: quer que os ricos estudem em bons colégios privados que lhes "dão" as melhores notas para entrarem nas excelentes universidades públicas, enquanto os pobres devem permanecer nas empobrecidas escolas públicas e assim serem empurrados para as péssimas universidades privadas.