estafado, corria os pensamentos e deixava-se estacionar no apeadeiro das memórias. lembrou-se das noites de s joão. dos mitos. dos carroceis e da ponte luis I a abanar de gente. um sem fim de gente. e dos bailes espalhados pelos cantos. e das horas imensas a caminhar para nenhures, subindo St. antónio, calcando o palácio e adormecendo enfim, nas areias do molhe. sabia-se grande mesmo ali, de jeans desbotados e ténis desfeitos. não havia pressas porque a grandeza dos sonhos sãojoaninos dava-lhe tempo. e tanto tempo!

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