coisas de sexta

ontem esforcei-me para que o jantar cá em casa fosse a feijoada vermelha que tinha sido trazida do Outeiro domingo à noite. que não, é pesada a feijoada e é melhor fazer-se umas omeletes de qualquer coisa. não, insisti, a feijoada é melhor, apetece-me tanto! tira-a do congelador enquanto faço um arroz seco. ganhei!
deliciosa feijoada aquecida que me dá sempre a ideia de ser ainda mais saborosa! e bebi vinho e depois tomei café acompanhado por pasteis de Belém trazidos pelo Alex, acabado de chegar de Lisboa onde fora com as tias ver museus. depois, está claro, adormeci no sofá como um rei. engordo-me nestas perdições, onde não sou capaz de ter qualquer disciplina. mato-me, se calhar, mas por uma causa ímpar na história dos homens gordos. mato-me por recusar resistir a estas feijoadas quase extintas. a estas carnes gordas, morcelas, orelheiras, chispes e presuntos. e mato-me de desejo por mais.

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