Descobri aqui que, afinal, o meu Pongo não é o único cão a ser vítima do aumento da taxa de natalidade. O meu Pongo, também rafeiro, vivia uma vida de lorde na casa onde sempre viveu mesmo depois de eu sair de lá. Quem ficou "de olhar por ele" olhava mesmo por ele, isto é, dava-lha banho, carinhos e até passeava com ele pelas ruas dos Carvalhos. De repente, surge um bebé, maravilhoso aliás, e o Pongo passou a chorar todas as tardes do outro lado do pátio. No more mrs nice girl, no more mr nice guy. O pior é que o Pongo está velho, não é cão famoso e eu não pretendo dá-lo a ninguém. Foi só um desabafo.

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