Jerónimo de Sousa também foi ao programa americanoide fazer de conta que estava a ser vítima de armadilhas humorísticas. Claro que, provavelmente, ele não queria lá ir mas devem ter-lhe dito que não ir seria sempre pior do que ir, até porque ele sabia não ter dificuldades em lidar com aquele tipo de situação. E lidou bem. E eu fiquei ainda mais convencido de que aquele programoide tem uma regra: apalavrar com os políticos as questões que se lhes iriam colocar e eles, os político-simpáticos, tratariam de fazer um breve trabalho-de-casa para pelo menos não fazerem figura de urso. Em conclusão, todos estiveram excelentíssimos e agora os eleitores podem votar em consciência. Pela cor, pela simpatia, pelo humor. Menos pelas ideias, pelos projectos.

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